O Corolla sedã segue as linhas arrojadas das versões hatch e perua – apresentados anteriormente –, confirmando a estratégia da Toyota de quebrar com as linhas conservadoras do seu best-seller para conquistar um público mais jovem (algo que seu arquirrival no Brasil, Honda Civic, fez há alguns anos).
Queremos o Corolla hatch no Brasil por oito motivos
Na dianteira, destaque para os faróis mais afilados e que mostram uma forte conexão com a grade frontal, mais fina. Já a entrada de ar inferior ganhou evidência com formato trapezoidal. As laterais seguem sem vincos marcantes ou frisos cromados, e a traseira não nega a influência dos sedãs mais esportivos da Lexus, marca de luxo da Toyota, com lanternas mais elevadas, ainda horizontais, e que se conectam por meio de um friso cromado.
O interior também passou por reformulação. Está mais limpo graças à transferência de uma série de comandos para dentro da central multimídia, que agora utiliza tela flutuante de 8 polegadas. O painel de instrumentos também foi completamente modificando, mantendo velocímetro e conta-giros em leitores analógicos e explorando uma tela de até 7 polegadas – dependendo da versão – entre os dois leitores para transmitir todas asa informações do computador de bordo e algumas da central multimídia.
Em termos mecânicos também há novidades, mas longe de ser uma revolução como nos designs interno e externo. A versão de entrada deverá contar com mesmo motor 1.8 de quatro cilindros aspirado, porém retrabalhado para gerar mais potência e torque, e menos consumo. O propulsor 2.0 quatro cilindros aspirado também continuará, no entanto com novas tecnologias – como injeção direta e indireta de combustível – que permitirão gerar até 170 cv de potência máxima e 21,4 kgf.m de torque.
A transmissão sim ganhou novidades. Continuará sendo CVT (continuamente variável), mas com duas importantes modificações: a primeira marcha agora é por engrenagem, e o número de marchas simuladas passa para dez. Não há informações sobre a possibilidade de um câmbio manual.
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O novo Toyota Corolla é montado sobre a plataforma TNGA, mais moderna que a atual e que serve de base para outros modelos da fabricante. Com isso, o Corolla ficou 5 milímetros maior e 45 milímetros mais baixo, rebaixando o centro de gravidade em busca de uma condução mais esportiva. A distância entre os eixos, porém, continua com 2,70 metros – mesma medida do Corolla atual.
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