Ele escreveu hipoteticamente, mas há potencial de realmente acontecer. Marcas chinesas podem partir para construir unidades produtivas a partir do zero (comprar terrenos, erguer fábricas, contratar equipamentos para as linhas de montagem e desenvolver fornecedores locais) ou acertar com fabricantes aqui instalados e assim preencher capacidade ociosa destes.
Além disso, ainda há duas fábricas fechadas: uma agora em julho, da Toyota, em Indaiatuba (SP) e outra da Caoa Chery, em Jacareí (SP), paralisada desde 2022. Esta segunda sujeita a desapropriação pela prefeitura. Pelo menos 11 marcas já anunciaram planos: Geely, GWM (segunda fábrica), Wuling, MG, Jetour, Leapmotor, Dongfeng, Chery, GAC, Changan e BYD.
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Toda a negociação vem sendo conduzida pela Kia, não pela Hyundai. O grupo sul-coreano só tem uma fábrica no mundo, a Metaplan America, na Georgia, onde os modelos das duas marcas são fabricados, desde que elétricos ou híbridos. As operações comerciais continuam sempre separadas e competidoras uma com a outra.
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