O BYD Dolphin Mini foi lançado oficialmente no Brasil em fevereiro de 2024, como carro mais acessível da marca chinesa no país. Em pouco tempo assumiu o posto de carro elétrico mais vendido do país e agora busca conquistar ainda mais clientes, principalmente depois de sua nacionalização.
Posicionado abaixo do Dolphin, o subcompacto elétrico chegou com a proposta de "democratizar" a mobilidade sustentável, com atributos de segurança, de farta economia com boa autonomia urbana e de muita tecnologia em um pacote competitivo. Um Dolphin Mini, hoje, custa iniciais R$ 119.990.

No quesito economia, o BYD Dolphin Mini se destaca pela autonomia de até 280 quilômetros, segundo a homologação do Inmetro. Essa capacidade atende ao uso diário nas cidades, foco do modelo.
A bateria de LFP (lítio-ferro-fosfato) de 38 kWh utiliza a tecnologia Blade, considerada uma das mais seguras e duráveis do mercado. Além disso, seu custo de recarga é significativamente menor em comparação ao abastecimento de veículos a combustão, e a manutenção simplificada dos elétricos também contribui para reduzir despesas ao longo do tempo.
Em postos de carregamento rápido, o Dolphin Mini consegue elevar o nível da bateria de 30% a 80% em cerca de 30 minutos, o que reforça ainda mais sua praticidade para o dia a dia.
No campo da segurança, o BYD Dolphin Mini vem equipado com seis airbags, freios a disco nas quatro rodas e controle eletrônico de estabilidade (ESP).
Vale dizer que a estrutura reforçada da bateria Blade também aumenta a proteção contra impactos, já que o componente foi projetado para resistir a condições extremas de uso.
O BYD Dolphin Mini ainda foi o primeiro carro elétrico elegível ao programa de benefícios para PCD, o que também ampliou seu alcance no mercado brasileiro - foram 32.486 unidades emplacadas em 2025, em mais um ano recorde para o modelo e toda a categoria de EVs.
O BYD Dolphin Mini oferece sistema multimídia com espelhamento de celular, sistema Wi-Fi integrado por meio de um chip com internet 4G e carregador de celular por indução.
Também há painel de instrumentos digital e central multimídia tátil com tela giratória. Vale destacar, no entanto, que o design da cabine privilegia a simplicidade e a funcionalidade, com comandos bem posicionados e acabamento honesto.
Em termos de desempenho, o motor entrega 75 cv e 13,8 kgfm de torque, dados suficientes para o uso urbano. A transmissão automática garante condução simples e direta. Embora não seja voltado para esportividade, o conjunto atende bem ao perfil de quem busca eficiência e praticidade.

O BYD Dolphin Mini chegou para disputar espaço com modelos como Renault Kwid E-Tech, JAC e-JS1 e Caoa Chery iCar.
Seu preço e autonomia o transformaram em uma das opções mais racionais entre os carros elétricos compactos. Resultado? Em quase dois anos de mercado, virou o líder de vendas de seu segmento.
Mas vale dizer que o Dolphin Mini não é só um carro elétrico de entrada: ele representa uma mudança de paradigma na mobilidade urbana brasileira.
Com ótima autonomia para o dia a dia, baixo custo de operação e pacotes robustos de segurança e tecnologia, o hatch deve seguir como protagonista da transição energética brasileira nos próximos anos, como alternativa eficiente, segura e tecnológica para o consumidor.
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