A medida valerá para 100% elétricos, híbridos plug-in e híbridos convencionais importados. A medida tem o objetivo de de impedir que esses modelos ganhem espaço excessivo no mercado, prejudicando a indústria brasileira - e, ao mesmo tempo, tentará estimular a produção nacional. No momento em que a alíquota passar para 35%, a diferença tributária da produção local para a importação ficará muito grande. Com isso, as marcas que importam terão que aumentar seus preços. Ou então acelerar a produção em solo brasileiro, como algumas já fizeram: a GWM já produz em Iracemápolis (SP) e a BYD, em Camaçari.
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A produção nacional evitará o pagamento dessa alíquota "cheia", mesmo que seja apenas uma montagem parcial. Mas, ainda assim, haverá tributação. Quem monta kits de CKD (completamente desmontados), ou mesmo SKD (parcialmente desmontados) paga entre 16% e 18%. Ainda é uma taxa alta, mas é bem menos que 35%.
Porém, em 2027 essa tributação também mudará e a alíquota para kits CKD e SKD também subirá - exatamente para 35%. A saída, nesse caso, é mesmo um índice de nacionalização progressivamente maior, com intensificação da produção local.
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