A aliança será focada principalmente na plataforma STLA Autodrive, nome dado o sistema de condução autônoma da Stellantis, que pode ter dispositivos dos níveis 2, 2 Plus e 3, e inclui atualizações remotas e constantes nos softwares.
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Segundo executivos da Stellantis, o desenvolvimento desse tipo de tecnologia é particularmente custoso e compartilhar os gastos é uma forma de torná-los realidade com redução de investimentos próprios e em um prazo mais curto. O desenvolvimento será único para as duas marcas, mas cada uma fará a aplicação da forma que considerar mais apropriada.
Stellantis que tecnologia própria
Além de aprimorar a condução autônoma com a BMW, a Stellantis também pretende se tornar uma empresa com tecnologia própria, em vez de terceirizar sistemas de software. Tanto que criou a plataforma STLA Brain, que fará a conexão dos controles dos automóveis com um computador central. Outra plataforma, batizada de STLA SmartCockpit, oferecerá serviços de navegação e assistência à direção, inclusive operação por voz, em uma espécie de e-commerce automotivo.Produção de semicondutores
O grupo também pretende fechar uma parceria com a empresa de tecnologia Foxconn (conhecida por fazer smartphones e consoles de jogos) para a criação e venda de semicondutores para a indústria automotiva.O plano foi motivado por um dos grandes efeitos negativos da pandemia mundial de covid-19 - justamente a falta desses componentes devido à paralisação dos fornecedores em escala mundial. A ideia é ter uma produção própria para ser autossuficiente no abastecimento e, assim, escapar de novas crises em escala global - além de fornecer para outros fabricantes de veículos.
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