A escalada do conjunto de 16 marcas da China à venda hoje somou, no primeiro semestre de 2026, mais que a participação da líder geral Fiat, segundo a consultoria Bright. Herlander Zola, que está à frente das operações da Stellantis no País e na América do Sul desde outubro do ano passado, afirmou a jornalistas em Belo Horizonte (MG), semana passada, que a estratégia atual é de reposicionamento das duas marcas francesas do grupo para assegurar rentabilidade.
Ele não estabeleceu metas de participação, mas vai colocar a Peugeot um pouco acima e a Citroën um pouco abaixo da Fiat no mercado nacional. Haverá complementariedade como estratégia, sempre em harmonia com a demanda interna e a livre escolha da rede de concessionárias.
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A Stellantis tem 51% das ações da divisão internacional da Leapmotor. No caso da Dongfeng, há cautela por parte da Stellantis, já que a marca chinesa está em conversação com a Nissan, cuja fábrica em Resende (RJ) foi inaugurada em 2014. Zola garantiu: "Não serão possíveis duas operações no Brasil. Ou uma ou outra".
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