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Suzuki confirma novo SUV elétrico no Brasil

Novo modelo será totalmente elétrico, terá tração 4×4 e chegará ainda no primeiro trimestre

Nicole Santana
Nicole Santana

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A Suzuki confirmou que 2026 marcará um novo capítulo de sua atuação no mercado brasileiro de automóveis. A marca japonesa anunciou a chegada de um novo modelo totalmente elétrico e com tração 4×4 ainda no primeiro trimestre deste ano.

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Suzuki eVitara
Suzuki eVitara deve chegar ao Brasil para disputar mercado com Volvo EX30 e Renault Megane E-TechCrédito: Divulgação
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Suzuki eVitaraCrédito: Divulgação

A novidade será lançada em um momento de forte expansão do segmento de SUVs elétricos no Brasil, que vem ganhando cada vez mais espaço impulsionado por novos produtos, maior aceitação do público e ampliação da infraestrutura de recarga.

SUV elétrico 4×4 marca nova fase da Suzuki no Brasil

Segundo a nota oficial, o novo modelo será 100% elétrico e manterá uma das principais características históricas da Suzuki: a tração integral, atributo que sempre fez parte da identidade da marca no país.

A Suzuki também destacou que continuará investindo em sua rede de concessionárias e serviços, mantendo uma estrutura nacional de vendas e pós-venda para dar suporte à nova fase da operação brasileira.

Para a marca, o lançamento representa mais do que a chegada de um novo carro: é um movimento estratégico para reposicionar seu portfólio diante das transformações do mercado automotivo.

Crescimento dos SUVs elétricos favorece a estratégia da marca

O anúncio acontece em um cenário favorável para modelos eletrificados no Brasil, especialmente no segmento de SUVs. Nos últimos anos, o consumidor brasileiro passou a considerar os veículos elétricos com mais atenção, principalmente aqueles que entregam versatilidade, espaço interno e proposta de uso ampla — características típicas dos utilitários esportivos.

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Suzuki eVitara
Suzuki eVitara já é vendido em outros mercados, como a EuropaCrédito: Divulgação

Nesse contexto, a decisão da Suzuki de apostar em um SUV elétrico com tração 4×4 dialoga diretamente com seu histórico e com a demanda por produtos mais tecnológicos, mas sem abrir mão da robustez.

Confira:

Lançamento pode ser o Suzuki e-Vitara

Embora a Suzuki não tenha revelado oficialmente qual modelo será lançado no Brasil, o WM1 revelou, em julho do ano passado, que a principal aposta do mercado é que a novidade seja o Suzuki e-Vitara, já presente em mercados internacionais.

O e-Vitara representa a eletrificação de um dos nomes mais tradicionais da marca e mantém a proposta de SUV, mas agora alinhada às novas exigências de eficiência energética e redução de emissões. Além disso, o modelo faz sentido dentro da estratégia anunciada: é elétrico, tem apelo global e preserva o DNA aventureiro da linha Vitara.

Caso o nome se concretize, o e-Vitara pode se tornar um dos poucos SUVs elétricos com tração integral disponíveis no mercado brasileiro,  e terá um posicionamento diferenciado frente aos concorrentes.

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O que já se sabe sobre o Suzuki e-Vitara

Apresentado recentemente no mercado europeu, o Suzuki e-Vitara surge como um SUV elétrico de porte compacto, mas com proposta bem alinhada ao DNA da marca.

O modelo tem 4,28 metros de comprimento, 1,80 metro de largura, 1,63 metro de altura e 2,70 metros de entre-eixos, dimensões que o colocam em uma faixa intermediária do segmento. Na Europa, o e-Vitara é vendido em três configurações, com autonomias que variam entre 310 quilômetros e 450 quilômetros, sempre pelo ciclo WLTP.

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Suzuki eVitara deve chegar ao Brasil para disputar mercado com Volvo EX30 e Renault Megane E-TechCrédito: Divulgação

A configuração mais completa tem bateria de 61 kWh e 184 cv de potência combinada – graças ao motor elétrico dianteiro de 144 cv e a um segundo motor, elétrico e traseiro, que soma 65 cv e é responsável por tracionar as rodas traseiras, compondo a tração integral elétrica.

O sistema Allgrip-e inclui ainda um modo específico para terrenos difíceis, que atua nos freios para simular o funcionamento de um diferencial de deslizamento limitado. O recurso aumenta a capacidade em situações de baixa aderência.

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Escrito por Nicole Santana

Repórter, WM1

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