Geely: 25 mil carros vendidos em um ano de Brasil
O Hatch EX2 é o terceiro elétrico mais popular do mercado brasileiro e foi o responsável pelo bom desempenho da marca
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A Geely completou neste fim de julho um ano desde o seu retorno ao mercado brasileiro. E tem motivos para comemorar, já que os mais de 25 mil veículos comercializados em 12 meses colocam a fabricante entre as principais chinesas do Brasil, atrás apenas de BYD, Caoa Chery e GWM.

Esse bom desempenho da Geely pode ser creditado à boa aceitação do hatch elétrico EX2 por aqui. O modelo foi lançado em novembro de 2025 e já ultrapassou a barreira das 20 mil unidades emplacadas.

Best-seller no mercado chinês, o compacto repete o sucesso internacional por aqui. Com ótimo custo-benefício, é atualmente, o terceiro automóvel a bateria mais emplacado no mercado brasileiro, atrás apenas dos BYD Dolphin e Dolphin Mini no acumulado do ano.
Atualmente com 43 concessionárias e 13 pontos de venda em shoppings, a Geely pretende fechar o ano com uma cobertura de 90% do território nacional. Além do hatch, a Geely comercializa também o SUV médio EX5, nas variações elétrica e híbrida plug-in (EM-i).
E dona de uma participação de 26,4% na filial brasileira da Renault, a fabricante chinesa se prepara para iniciar – ainda em 2026 – a montagem local dos modelos EX2 e EX5 EM-i, na fábrica da marca francesa em São José dos Pinhais (PR).

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A primeira vida da Geely no Brasil
Não sei se você se lembra, mas essa é a segunda tentativa da Geely de acessar o mercado brasileiro de automóveis. Entre 2014 e 2016, a fabricante chinesa marcou presença no nosso mercado pelas mãos do Grupo Gandini, que também representa a sul-coreana Kia Motors no Brasil.
Dois modelos da Geely foram vendidos nessa primeira fase: o subcompacto GC2 – que era equipado com um motor 1.0 de três cilindros e 68 cv de potência, e era um dos automóveis mais baratos do Brasil -, e o sedã médio EC7, comercializado com um propulsor 1.8 de 130 cv de potência.
Mas, diferentemente de hoje, o mercado brasileiro era muito mais resistente aos carros fabricados na China, o que contribuiu para o baixo volume de vendas e para a interrupção nas vendas dos Geely em 2016.

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