Preço da Yamaha Ténéré 700 tem redução de R$ 5.000
Novo valor é na tabela, e não promoção temporária – e deixa o modelo bem mais competitivo no segmento de big trails
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A Yamaha Ténéré 700, também conhecida como “T7”, finalmente ficou mais barata. Lançada no ao passado com preço sugerido de R$ 72.900, a moto agora custa R$ 67.590 – uma redução de exatos R$ 5.310.

O valor de tabela foi bastante criticado na época do lançamento. Ainda mais que as lojas, praticando sobrepreço, pediam na faixa dos R$ 75 mil. Os dois valores deixavam a moto pouco competitiva em seu segmento, e apesar de ser um modelo cheio de virtudes – conforme avaliamos aqui -, transmitia uma certa sensação de que não valia tanto.

Afinal de contas, a concorrência no segmento é forte e algumas das rivais inclusive têm mais tecnologia embarcada – embora seja inegável que a aptidão para o off-road da T7 sempre foi superior às de seus pares.
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Agora, com o novo preço de R$ 67.590, a T7 ficou mais competitiva. Praticamente empata com a Suzuki V-Strom 800 DE, de R$ 67.500 – provavelmente sua principal concorrente -, e passou a ficar apenas pouco acima da Honda XL 750 Transalp, de R$ 65.545 – que tem menos aptidão off-road, mas é mais confortável no asfalto.

A T7, porém, ganhou boa distância da Triumph Tiger 900 mais barata, que sai por R$ 83.990. A Tiger 900 também tem boa aptidão off e bastante tecnologia, mas para quem curte o fora-de-estrada a conhecida robustez e a eficiência da T7 ainda falam alto e entram na conta com uma diferença de preços tão grande, de R$ 16.400.
Como é a Yamaha Ténéré 700?
A Ténéré 700 exibe um design absolutamente coerente com suas origens e com as antecessoras – leia-se a história das trail da Yamaha, que inclui modelos como as antigas Ténéré 600, Super Ténéré 750 e Super Tenéré 1200, e até as derivadas XT 600E, XT 660R e XTZ 250 Ténéré.

Ou seja, tem uma forte pegada trail, linhas agressivas e imponentes e transmite aquela sensação de que topa tudo. A frente com “cara chata” tem conjunto óptico com LEDs, dois projetores para luz baixa e dois para luz alta, e luzes de rodagem diurnas. Logo acima, a moto tem para-brisa com cerca de 30 cm de altura, e atrás dele surge um bonito painel de instrumentos com tela vertical de TFT tipo tablet.
Mais atrás vem um tanque de dimensões enxutas – apenas 16,2 litros – mas com desenho bonito, um banco tipicamente trail feito em peça única e com desenho quase reto, e rabeta curta e magrinha. A lanterna é pequenina e os piscas também são diminutos, mas tudo de LED.

O conjunto é complementado por belas rodas raiadas douradas, que calçam ótimos pneus de uso misto Michelin Anakee Adventure nas medidas 90/90 R21 na frente e 150/70 R18 atrás, e por suspensões com lindos tubos invertidos – dourados ou na cor preta, dependendo da pintura da “roupa”.
Na frente são 21 cm de curso e atrás, no monochoque, são 20 cm de curso. Ambas são ajustáveis. A distância livre do solo é de 24 cm e o banco fica a 87,5 cm do solo – portanto, não é uma moto fácil para pessoas de baixa estatura.

A moto ainda tem freios com ABS nas duas rodas – disco duplo na frente e simples atrás – e controle de tração na traseira. Mas esses dispositivos podem ser desligados para melhorar a performance no off-road.

Motor bicilíndrico entrega quase 70 cv
O motor da mostrinha é um bicilíndrico injetado com oito válvulas, duplo comando e refrigeração líquida. Com exatos 689 cm³ de cilindrada, rende 68,9 cv de potência a 9.000 rpm com torque de 6,6 kgfm a 6.500 rpm.
A transmissão é bem convencional, com seis marchas e secundária por corrente. É mais que suficiente para levar adiante os 208 quilos da moto em ordem de marcha, mais o peso do piloto.

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