BYD Atto 2 pode estrear no top 20 dos SUVs logo no 2º mês; HR-V é o obstáculo
De acordo com dados parciais da conulstoria automotiva JATO Dynamics, o BYD Atto 2 emplacou até o dia 29 de outubro 1.890 veículos.
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O BYD Atto 2 já começa a chamar a atenção dos concorrentes. Logo no seu segundo mês de vendas – o primeiro mês completo –, o SUV híbrido plug-in flex da marca chinesa deve se meter entre os 20 utilitários esportivos mais vendidos.

De acordo com dados obtidos com exclusividade pela equipe de reportagem do WM1 junto à consultoria automotiva JATO Dynamics, o Atto 2 emplacou até o dia 29 de outubro 1.890 unidades, o que lhe garante, restando dois dias para acabar o mês, a 21ª colocação no ranking dos SUVs.
No entanto, para ingressar nesse seleto grupo, o BYD precisará superar o Honda HR-V, que no mesmo período somou 2.125 emplacamentos – diferença relativamente complicada de 235 veículos para ser tirada em 2 dias, somente.
Vamos aguardar o fechamento oficial dos números, mas, de qualquer maneira, o que fica claro é que o Atto 2, sendo fabricado no Brasil, poderá, sim, ser um protagonista do segmento já nos próximos meses. A dúvida que nasce é: será que poderá ser o SUV mais vendido em 2027? Qual o seu palpite?
Quando levamos em consideração somente os SUVs compactos, categoria onde o Atto 2 se encaixa, o BYD já aparece no top 10. A liderança é do Volkswagen T-Cross, que nos últimos três anos foi o utilitário esportivo mais vendidos e agora, em 2026, disputa novamente o título – agora com o irmão Volkswagen Tera.
BYD Atto 2 é SUV híbrido plug-in flex de 197 cv de potência
O BYD Atto 2 DM-i Flex é o primeiro híbrido plug-in flex da BYD no mundo. O SUV compacto combina um motor 1.5 aspirado flex a um motor elétrico, entrega até 197 cv de potência e 30,6 kgfm torque, e é produzido na fábrica da marca em Camaçari (BA). O modelo é oferecido nas versões GL e GS, que se diferenciam pela potência, pela capacidade da bateria e pela autonomia.
No modo 100% elétrico, a autonomia medida pelo Inmetro é de 33 quilômetros na versão GL, equipada com bateria de 7,85 kWh, e de 75 quilômetros na GS, com bateria de 18,03 kWh. Os números são inferiores aos divulgados pela BYD na apresentação do modelo, de 45 quilômetros e 110 quilômetros, respectivamente, obtidos no ciclo europeu de medição (NEDC).



Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro, o Atto 2 na versão GL registra, no modo híbrido, 11,8 km/l com etanol e 15,5 km/l com gasolina na cidade, e 10,7 km/l com etanol e 13,9 km/l com gasolina na estrada. A versão GS marca 11,7 km/l com etanol e 15,8 km/l com gasolina no ciclo urbano, e 10,5 km/l com etanol e 13,5 km/l com gasolina no rodoviário.
O Atto 2 DM-i Flex tem 4,33 metros de comprimento e 2,62 metros de distância entre-eixos. O porta-malas comporta 455 litros, segundo a BYD.
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As duas versões têm painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas, carregador de celular por indução de 50 W, sistema DiLink com atualização remota (OTA), Apple CarPlay e Android Auto, câmera 360°, controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática de emergência. A central multimídia tem 10,1 polegadas na GL e 12,8 polegadas na GS.
A versão GS acrescenta função V2L (vehicle-to-load), que permite usar o veículo como fonte de energia para equipamentos externos, além de Google Maps integrado e um pacote de assistências à condução com alertas de colisão frontal e traseira, de mudança de faixa e de tráfego cruzado traseiro, assistente de permanência em faixa, detector de ponto cego, farol alto automático e leitura de placas de trânsito.
