Ajuste fiscal é a esperança para retomar o crescimento

Presidente da Anfavea voltou a falar que sem a medida, o setor não cresce
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Os primeiros quatro meses do ano foram complicados para a indústria automobilística, que teve queda de vendas de 18,4% do ano. Foram vendidos de janeiro a abril deste ano 893.630 carros, contra 1.105.994, no mesmo período de 2014.

 

A Anfavea, entidade que representa as montadoras, divulgou o balanço de produção e exportação, além de confirmar a queda de vendas do mercado. Mesmo com o mercado caindo 18,4% no acumulado, a Anfavea manteve a previsão de 15% de queda pra o final do ano.

 

“Apostamos no ajuste fiscal e na sua aprovação. Com isso, saberemos as novas regras do jogo e podemos trabalhar para que o setor retome o crescimento”, disse Luiz Moan, presidente da Anfavea.

 

“O pior momento já passou, que era o primeiro trimestre deste ano. O segundo trimestre não será fácil, mas será melhor”, acrescentou o presidente.

 

A produção nacional em abril foi de 217.089 carros, caindo 21,7%, em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano a queda é de 17,5%. Foram produzidas 881.774 unidades, contra 1.068.760 nos primeiros quatro meses do ano passado.

 

A exportação está sendo afetada desde o ano passado pela crise na Argentina, que é o nosso principal mercado. No acumulado do ano a queda foi de 1,2%. Foram exportados 108.518 carros de janeiro a abril deste ano, contra 109.881 no mesmo período de 2014. Com o enfraquecimento da economia na Argentina, a indústria passou a focar em outros países para exportar, sendo que México (135%), Peru (38%) e Colômbia (8%), tiveram aumento expressivo nas compras de carros brasileiros.

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