Corolla: relembre versões que são bons seminovos

Prestes a ganhar nova geração, sedã médio da Toyota sempre se destacou pelo conforto e confiabilidade

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Fernando Miragaya
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Cultuado por muitos, o Corolla ganha sua 12a geração no Brasil esta semana. Líder no segmento de sedãs médios, o modelo da Toyota sempre foi referência em durabilidade e conforto, virtudes que o fazem também um seminovo bastante desejado e valorizado. Algumas gerações tornaram-se até raras, outras passaram rápido, mas a maioria tem grande aceitação. WM1 separou nove Corolla emblemáticos ao longo de três décadas de mercado brasileiro e com links para boas opções de usados dando sopa na Webmotors.

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Legenda: Primeira geração do Corolla a desembarcar no Brasil, em 1991
Crédito: Divulgação

Corolla LE 1.8 16V 1993/94

É raro e quase um clássico. O sedã estreou no Brasil nesta sétima geração mundial e importado do Japão em duas versões. Era aquele padrão de carro japonês dos anos 1990, com desenho bem retilíneo e bastante sóbrio. Mas já trazia o conforto e solidez no rodar que seria referência no segmento. A versão de entrada DX usava motor 1.6 de 100 cv, mas a LE era mais completa. Verdade que restam poucas unidades sobreviventes à venda, mas usa motor 1.8 16V de 115 cv com bom torque em baixos giros e caixa automática de quatro marchas.

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Legenda: Toyota Corolla 1997: visual controverso durou pouco

Corolla GLi 1.6 1997

Os faróis redondos e a grade perfurada, apelidada de ralador de coco, eram muito futuristas e ousados para o Corolla, e foi considerado controverso mundialmente. O visual desta oitava geração - a segunda a vir para o Brasil - teve vida curta por aqui, já que em 1998 passou a ser produzido em Indaiatuba (SP) com desenho diferente. A linha 1997 ainda tinha motor 1.6 de 106 cv, câmbio manual de cinco marchas e virou usado exótico e difícil de achar, mas encontrada na Webmotors.

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Legenda: Linha 2000 do sedã médio: primeira produzida em Indaiatuba (SP)
Crédito: Divulgação

Corolla XEi 1.8 2000/2001

A primeira geração brasileira usava a base da oitava geração global, e voltou ao design classudo. Aqui, o sedã começou a consolidar a sua reputação de carro confiável e que não dá dor de cabeça. O motor 1.8 voltava à cena com seus 116 cv com transmissão manual de cinco marchas nas configurações XEi, enquanto a topo de linha SE-G trazia caixa automática de quatro velocidades. Ambas as versões são fáceis de achar em ótimo estado e com bom custo/benefício.

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Legenda: SE-G era topo de linha da geração que cresceu e teve Brad Pitt como garoto-propaganda

Corolla SE-G 1.8 2004

A nona geração do sedã médio chegou em 2002, teve até Brad Pitt como garoto-propaganda e é considerada por muitos a com melhor custo/benefício do modelo em sua existência no Brasil. Nesta fase, o Corolla, com 2,60 m de entre-eixos, começou a agregar mais espaço na cabine, suavidade no rodar, melhor desempenho, além de manter a fama de carro “inquebrável”. A versão SE-G topo de linha é a pedida, com motor 1.8 de 136 cv e comando variável na admissão, atrelado à caixa automática de quatro marchas. Tem airbag duplo, ABS, ar, trio, retrovisor eletrocrômico, controle de cruzeiro, som com CD, bancos de couro e rodas de liga-leve.

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Legenda: Toyota Fielder: a versão perua do Corolla feita no Brasil
Crédito: Divulgação

Fielder 2008

As primeiras gerações vendidas no Brasil tinham derivações station wagon, mas só em 2002 a Toyota resolveu fabricar no Brasil a Fielder, a versão familiar com nome próprio do nono Corolla. O problema é que o porta-malas de 411 litros tinha volume menor que o do sedã (437 litros…). Compensa com uma estabilidade exemplar em curvas e o mesmo conforto do três-volumes. Para os órfãos de peruas, a XEi tem bom custo/benefício, especialmente na linha 2008, último ano de vida e da nona geração, mas já com o motor 1.8 flex com 136/132 cv que acabara de estrear.

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Legenda: Altis foi a primeira versão a ultrapassar a barreira dos R$ 100 mil
Crédito: Divulgação

Corolla Altis 2.0 16V 2010/11

A décima geração estreou em 2008 com porta-malas maior (470 litros) e a Toyota começava a se valer da fama de robustez e confiabilidade do Corolla para botar as manguinhas de fora no que diz respeito a preços. O que fomentou até piadinhas e trocadilhos com o nome da topo de linha Altis, bem mais cara - que, em 2015, ia romper a barreira dos R$ 100 mil. No segmento de usados também é valorizada, graças ao recheio com quatro airbags, ABS, faróis de xenônio, sensor de ré, ar automático, banco do motorista elétrico, retrovisores rebatíveis eletricamente, couro, espelho eletrocrômico, entre outros. Além disso, entrava em cena o motor 2.0 16V de 153/142 cv e o câmbio automático, apesar de ainda ser o de quatro marchas, oferecia mudanças sequenciais na manopla - e também no volante no caso da configuração mais cara.

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Legenda: XRS: a versão esportivada tentou dar um ar arrojado ao "sedã de tiozão"

Corolla XRS 2.0 2014

Sim, o Corolla teve direito até a uma versão esportivada bastante procurada entre os seminovos. A ideia era agregar um ar menos sóbrio a um segmento que já ficara estigmatizado como carro de titio. Esse sopro de jovialidade respondia pela sigla XRS, era meramente estético, mas bem composto: grade exclusiva, faróis com máscara negra, saias dianteira, defletor traseiros, lanternas de LEDs, rodas aro 16” pintadas de cinza, costuras vermelhas no acabamento interno e bancos de couro perfurado. Dinamicamente, contudo, era o mesmo pacato sedã com motor 2.0 e transmissão automática de quatro velocidades com boa disponibilidade netre os seminovos. Na parte de equipamentos agregava central multimídia com câmera de ré e GPS.

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Legenda: Linha 2016 com visual mais ousado e parecido com o do médio-grande Camry

Corolla GLi Upper 2016

A 11a geração chegou em 2014 com mais espaço e aumento do conforto, beneficiado pelos 2,70 m de entre-eixos, por direção com assistência elétrica e por uma caixa CVT considerada por muitos a transmissão continuamente variável com melhor acerto do mercado brasileiro. O Corolla também ganhava uma nova versão intermediária, a GLi Upper, que usava o motor 1.8 de 144/139 cv, mas também com o básico: ar, trio, quatro airbags, volante com ajustes de altura e profundidade, couro e banco traseiro bipartido. Mesmo assim, entre os seminovos se mostra com um ótimo custo/benefício.

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Legenda: Série especial Dynamic foi uma das última da antiga geração do Corolla
Crédito: Divulgação

Corolla Dynamic 2017

Uma das últimas séries especiais da atual geração do Corolla também foi lançada para ser uma opção intermediária entre a XEi e a Altis. Até como uma forma de resposta à chegada de rivais renovados, como o Honda Civic e Chevrolet Cruze com motores turbinados. A Dynamic é encontrada no mercado de usados com preços competitivos, luzes diurnas de LEDs e capas dos retrovisores e rodas escurecidas. Na cabine, couro escuro e tapetes personalizados. O motor é o conhecido 2.0 com o câmbio CVT. Na lista de equipamentos, quatro airbags, Isofix, câmera de ré, central multimídia com TV, USB, DVD e Bluetooth, controle de cruzeiro, retrovisores rebatíveis eletricamente e espelho interno eletrocrômico.

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