Lembra? Três conversíveis que duraram pouco

VW Eos, Renault Mégane CC e Peugeot 308 CC ficaram menos de três anos à venda no Brasil. Hoje, dão sopa como seminovos

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Fernando Miragaya
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O charme dos conversíveis é algo que não emplaca no Brasil. Com exceção de marcas premium, poucos exemplares perduram no país. Na terceira reportagem da série sobre carros que passaram rápido, selecionamos três “sem teto” que hoje são boas opções de seminovos.

São três conversíveis que duraram pouco no país, mas que mantêm apelo e trazem histórias diferentes. Veja o que Volkswagen Eos, Renault Mégane CC e Peugeot 308 CC têm a oferecer, além do status da capota retrátil.

Volkswagen Eos (2009-2010)

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Legenda: Eos era produzido em Portugal sobre a plataforma da quinta geração do Golf
Crédito: Divulgação

O conversível da Volkswagen durou no mercado brasileiro quase o mesmo que se leva para recolher o teto de vidro. Exageros à parte - a operação leva apenas 25 segundos -, o carro foi lançado em março de 2009 no Brasil, três anos depois da estreia global. Se despediu daqui em meados do ano seguinte.

Em termos de design, o Eos é o que menos empolga nesta lista. Mas a pegada do modelo é um dos destaques. O conversível de dois lugares era produzido sobre a plataforma do Golf V - um dos que não foram vendidos no mercado brasileiro.

Importado de Portugal, usava o belo motor turbo TFSI de 200 cv e caixa automatizada de dupla embreagem. Vinha bem recheado, com controles de estabilidade e tração, e tinha comportamento dinâmico exemplar. O acerto da suspensão, contudo, é um tanto duro para os padrões de nossas ruas.

Renault Mégane CC (2008 - 2009)

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Legenda: Mégane CC é um dos conversíveis que duraram pouco no mercado brasileiro
Crédito: Divulgação

O Coupé Cabriolet médio da marca francesa deu as caras por aqui em janeiro de 2008 e despediu-se em novembro de 2009. Com quatro lugares, tem teto retrátil de vidro - 22 segundos para abertura ou fechamento. Peca pelo acabamento com muito plástico e revestimentos de tecido.

Em contrapartida, oferece conforto no rodar. O motor 2.0 16V de 138 cv tem variação nos comandos e a transmissão automática de quatro marchas faz mudanças suaves - apesar de uma imprecisão a baixos giros. A suspensão também bate dura nos buracos brasileiros.

Entre os equipamentos, deve controle de estabilidade. Pelo menos, vinha com seis airbags, ABS e EBD, ar-condicionado automático, controle de cruzeiro e direção elétrica. Tem até um som com disqueteira para seis CDs - se você ainda lembrar de como usa isso.

Peugeot 308 CC (2012 - 2014)

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Legenda: Peugeot sempre se destacou pelos belos cabriolet: versão CC do 308 honrou as tradições
Crédito: Divulgação

A marca francesa sempre teve a tradição de trazer as variações coupé-cabriolet de seus médios. Não poderia ser diferente com o 308. A versão CC chegou em agosto de 2012 com acabamento caprichado e desenho que honrava a beleza do 306 CC e do 307 CC.

A capota rígida retrátil precisa de 20 segundos para fechar ou abrir - o que pode ser feito com o veículo a até 12 km/h. Sob o capô, o 308 CC traz o sempre elogiado motor THP de 165 cv, com retomadas bastante fortes.

Da lista, é um dos mais completos. Controles de estabilidade e tração, seis airbags, banco do motorista elétrico, aquecimento dos encostos de cabeça, GPS, sistema de som de alta definição da JBL e sensores de luminosidade e de chuva faziam parte da lista.

No fim de 2014 deixou de ser fabricado na Europa. As últimas unidades disponíveis no Brasil se esgotaram no primeiro trimestre de 2015. Mas sobraram bastantes exemplares à venda no site da Webmotors.

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