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Toyota Corolla - 1998-2002

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Alexandre Ramos
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- O Toyota Corolla nacionalizado já faz parte do cotidiano dos brasileiros desde 1998, quando passou a ser produzido na fábrica localizada em Indaiatuba, interior de São Paulo. E já na época de seu lançamento as linhas conservadoras geraram algumas críticas. Mas talvez o fabricante japonês tenha optado por esse design depois de ter importado uma versão com faróis redondos, que definitivamente não agradou ao público brasileiro.

Nessa primeira geração do Corolla nacional havia três versões de acabamento: a básica XLi, a intermediária XEi e a top de linha SE-G. Todas estavam equipadas com motor de 1,8 litro e 16 válvulas, com potência de 116 cv e 15,3 kgfm de torque.

A direção hidráulica era de série em todas as versões, mas o ar-condicionado era opcional para a básica XLi. Já a XEi trazia duplo airbag e a SE-G, rodas de liga-leve, revestimento dos bancos em couro, ABS, entre outros itens. O câmbio automático era disponível como opcional para a XEi e SE-G. Uma boa característica do Corolla é sua suspensão, independente nas quatro rodas - sempre tipo McPherson, com dois braços longitudinais e um transversal na traseira.

Um dos pontos críticos desse modelo está no espaço interno, um tanto acanhado principalmente para os ocupantes do banco traseiro. A falta de cuidado em alguns aspectos do acabamento, como a presença de alguns parafusos aparentes, também é digna de nota. Mas isso não denigre o modelo, que é muito robusto e dá pouquíssima dor de cabeça. Ainda bem, porque as peças não são baratas.

Em 2001 o modelo top de linha ganhou pequenas alterações, como grade cromada e adição de controlador automático de velocidade, para conseguir se segurar diante de uma concorrência cada vez mais bem equipada. Na verdade, a Toyota já estava se preparando para lançar a nova geração – que sairia em meados de 2002 e se revelaria muito superior à anterior – e não estava mais investindo no modelo.

Hora da compra

Na hora de adquirir um Toyota Corolla usado, mecanicamente há pouco com que se preocupar. O carro não tem defeitos crônicos – mesmo se consideradas as primeiras unidades produzidas, geralmente as mais problemáticas – e o maior cuidado deve ser com o estado geral do veículo em si, assim como a verificação da ocorrência de manutenção preventiva. Fuja também dos raros básicos XLi, que não contam com ar-condicionado, mico certo na hora de revender o veículo. Boa sorte!
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