Genebra: Classe A

Nova geração do Mercedes encolhe para subir nas vendas
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Rodrigo Ribeiro
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– Genebra, Suíça – O visual do novo Mercedes-Benz Classe A não era uma surpresa – seu desenho já havia sido antecipado por um conceito e algumas unidades foram flagradas sem camuflagem nas ilhas canárias. Mesmo assim o modelo surpreende ao vivo, ainda mais se considerarmos que seu antecessor era um monovolume. A mudança se deu pela nova proposta do Classe A, que deixou de ser familiar segmento agora atendido pelo Classe B e virou um hatch médio, assim como seus rivais Audi A3 e BMW Série 1. Gostou? Pois prepare o bolso.

A Mercedes-Benz do Brasil não confirma valores, mas espera que o Classe A chegue ao Brasil já neste ano disputando o segmento de R$ 90 mil a R$ 130 mil, já incluindo a nova alíquota do IPI. A marca pretende oferecer as três versões a gasolina do modelo: A180 115 cv, A200 156 cv e A250 211 cv, sendo a primeira variante equipada com um motor 1,6L turbo e as outras duas com um 2,0L, todos com quatro-cilindros, start-stop e injeção direta de combustível.

Entusiastas irão gostar das duas opções de transmissão, manual de seis marchas ou automatizada de sete marchas e dupla embreagem. Para aqueles que torcerem o nariz para as versões com tração dianteira, a Mercedes irá oferecer opção de tração integral 4Matic. O novo Classe A também terá um pacote de acessórios desenvolvidos pela AMG, que incluem rodas de 18 polegadas, novos para-choques, volantes e pinças de freio vermelhas com discos perfurados. Por enquanto não há uma versão com motorização preparada pela divisão esportiva, mas um A55 AMG ou seu equivalente não está descartado.

Cuidado com a cabeça
Não pudemos avaliar o carro, mas pelo menos parado o Classe A chama a atenção, ainda mais quando equipado com o kit AMG. Sistemas de última geração, como a câmera que lê placas de trânsito presente em modelos como Audi Q3 ficam lado a lado com soluções populares práticas, caso da tela de LCD do sistema multimídia que fica parcialmente embutida no painel, igual ao VW up!.

O espaço interno é equivalente ao do Série 1 de primeira geração, com a vantagem do túnel central mais baixo, favorecendo o quinto passageiro, mas ainda está aquém do A3 Sportback atual – a nova geração será lançada hoje. O teto alto evita batidas de cabeça depois que você entrar, pois o batente baixo da porta exige cuidado dos passageiros. O acabamento é infinitamente superior ao do Mercedes CLC, seu antecessor espiritual, mas não esconde a proposta mais “popular” do novo Classe A, o que inclui peças plásticas no interior mas com textura agradável ao toque.

Família próspera
Quando se diz que o novo Classe A será mais popular, contudo, não quer dizer que o modelo terá versões com para-choques pretos e rodas de ferro. A ideia da Mercedes é usar o hatch para disputar um dos grandes filões da Europa, que viu nos últimos ano a disparada nas vendas do Audi A3, BMW Série 1 e Volvo C30. Para isso ela construiu uma nova plataforma compacta para os padrões da marca, que dará origem a mais modelos.

A base do Classe A será usado em um sedã chamado internamente de CLC, um crossover GLC e uma perua no estilo shooting break. Em comum, todos eles são releituras menores de carros de sucesso da marca – executivos que já viram o CLC chamam o sedã de “Mini-CLS”. Se interessou? Pois saiba que tanto o três volumes quanto o mini-SUV já têm passaporte carimbado para cruzar o oceano...

Confira o vídeo do novo Classe A:

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Viagem à Genebra feita com recursos próprios do WebMotors – Santander Brasil

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