Nova geração da Honda CG com motor de 160 cc

Honda dá fôlego extra à CG 2016 graças à nova motorização e visual mais jovem
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Karina Simões
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Enquanto muita gente pensa que o veículo mais vendido do Brasil pode ser o Fiat Uno ou o Volkswagen Gol, uma robusta moto de baixa cilindrada sai na frente de ambos e ostenta o título. Trata-se da Honda CG - velha conhecida em cada canto do Brasil desde 1976 por sua robustez e economia de combustível - que chega à nona geração. As extintas GC 150 Fan e CG 150 Titan ganharam um novo visual e, o melhor, uma nova motorização de 160 cm³. Nas lojas na segunda quinzena de agosto, ela chega com preços a partir de R$ 7.990 para a Fan ESDi e R$ 9.290 para a Titan EX. Com a antiga mecânica, nas mesmas versões, a Fan custava R$ 7.357 e a Titan R$ 8.639 (a versão ESD da Titan foi aposentada).  

A primeira da linha a receber a motorização de 160 cm³ foi a EXR Bros, trail de baixa cilindrada da marca nipônica, e a boa aceitação reflete que a Honda fez a coisa certa. Para a CG, a Honda promete manter as principais características da mecânica, ou seja, versatilidade e baixa manutenção. Agora com capacidade cúbica de 162,7 cm³, o monocilíndrico gera 14,9 cv a 8.000 rpm se abastecido com gasolina, e 15,1 cv a 8.000 rpm com etanol. Já o torque máximo é de 1,40 kgf.m a 6.000 rpm e 1,54 kgf.m a 6.000 rpm, respectivamente. O ganho extra de potência foi sutil, mas a força agora chega 500 rpm mais cedo. Para efeito de comparação, o motor de 150 cc gerava 14,2 cv no etanol e 14,3 na gasolina enquanto o torque era de 1,32 kgf.m e 1,45 kgf.m, respectivamente.

Lembrando que o motor mantém a tecnologia bicombustível e sistema OHC com injeção eletrônica. Segundo a Honda, o novo propulsor foi desenvolvido de acordo com a segunda fase do Promot 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), que deve vigorar a partir de 2016.

Na parte estrutural, ela mantém o chassi do tipo diamante. Já a suspensão utiliza garfo telescópico na frente, com 135 mm de curso e amortecedores duplos e mola, na traseira. Os freios, tanto da Fan quanto da Titan, possuem disco dianteiro simples de 240 mm e tambor traseiro, com 130 mm. O sistema de freios combinados, que divide a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira, é exclusivo da versão Titan.

As demais versões da CG (125 Fan, 125 Cargo, 150 Start e 150 Cargo) continuam a ser comercializadas.

Cara nova

Para dar mais fôlego à CG, a Honda atualizou seu visual. A moto ganhou novos grafismos, inspirados em modelos de maior cilindrada, e teve as carenagens frontais, semi-carenagens laterais, defletores e assento  renovados. O tanque de combustível ganhou linhas mais altas na parte superior, incluindo uma tampa esportiva, e agora a configuração Fan abandonou as rodas raiadas e ganhou rodas de liga leve, outro destaque.

É possível diferenciar a CG 160 Titan, pelo apelo um pouco mais esportivo. Ela possui defletores laterais, suporte da placa na rabeta, protetores e ponteiras do escape, além de pedal de freio e pedaleiras. Além do design, a Titan ganhou painel digital com conta-giros e alças de apoio para o garupa em alumínio, que podem ser removidas, além das rodas com design exclusivo para a versão.

A nova CG está disponível nas cores vermelha, cinza e preta para a 160 Fan e vermelha, branca e preta para a 160 Titan. A Honda reforça a garantia de três anos sem limite de quilometragem, com fornecimento gratuito de óleo em sete revisões.

Confiram a avaliação da novidade em breve na WebMotors.

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