O aumento foi obtido com uma nova medida no diâmetro do cilindro, que passou de 78 mm para 81 mm. O curso permaneceu igual, com 86 mm, assim como a potência de 25,4 cv 6.250 rpm (que antes vinha em 6.500 rpm) e o torque de 3,4 kgfm a 4.000 rpm (antes, na mesma faixa de rotação).
Além do câmbio de seis marchas e do motor maior, a moto também ganhou freios da marca ByBre, da Brembo italiana, que também está em outros modelos da Royal Enfield. Com disco de 300 m de diâmetro na frente e de 240 mm atrás, a moto tem ABS nas duas rodas e o traseiro pode ser desligado para pilotagem no fora-de-estrada.
Outra modernização foi feita no farol, que continua redondo mas agora é de LED. O painel também mudou: mantém velocímetro analógico e telinha digital de LCD, mas com novo design. A Himalayan 440 também tem tomadinha USB e o conhecido navegador Tripper da marca.
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Na Índia, a ressuscitada Himalayan agora 440 foi lançada por iniciais 229 mil rúpias, algo em torno de R$ 12.400 em conversão direta. É pouco provável que a Himalayan 440 chegue ao Brasil - aqui o foco da Royal Enfield é a Himalayan 450, jogando em um segmento superior onde, inclusive, várias novas concorrentes têm sido lançadas.
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