O Dolphin, por sua vez, também fez bonito. O irmão maior do Dolphin Mini cravou, ainda segundo a Fenabrave, 2.178 emplacamentos em dezembro - retomando no mês a segunda posição entre os carros elétricos mais vendidos do país, depois de ter perdido, em novembro, o posto para o Geely EX2. Antes, o melhor mês de vendas do Dolphin havia sido maio, quando foram comercializados 1.859 veículos.
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BYD pode comemorar dobradinha de Dolphin Mini e Dolphin, mais uma vez
Além dos recordes em dezembro, Dolphin Mini e Dolphin já podem comemorar o 1º e o 2º lugares entre os carros 100% elétricos mais vendidos do Brasil em 2025. No acumulado do ano, o Dolphin Mini é disparado o mais comercializado, com 31.990 veículos zero-quilômetro licenciados. O Dolphin, segundo colocado, aparece com 15.047 emplacamentos.Aliás, trata-se do segundo ano consecutivo que Dolphin Mini e Dolphin dominam o mercado dos carros elétricos no Brasil. Em 2024, o "Dolphinho" foi o primeiro, com 21.946 emplacamentos, e o "Dolphão" foi o segundo, com 15.201.
Agora, em 2025, a BYD pode comemorar ainda mais, pois ao contrário de 2024 - quando o GWM Ora 03 subiu ao pódio como terceiro carro 100% elétrico mais vendido do Brasil -, este ano o terceiro colocado será o Yuan, SUV também totalmente elétrico que acumula 5.980 carros novos comercializados de janeiro até agora.
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Como funciona o motor elétrico de um carro?
O motor elétrico é o componente central dos carros 100% elétricos e responsável por proporcionar uma condução silenciosa, eficiente e com respostas rápidas ao acelerador. Diferente dos motores a combustão — que dependem da queima de combustível para gerar movimento — o motor elétrico converte diretamente energia elétrica em energia mecânica. Esse funcionamento simples e limpo é uma das principais razões da crescente popularidade dos veículos elétricos.Tudo começa na bateria, geralmente formada por células de íons de lítio. É ela que armazena a energia que será usada para movimentar o veículo. Como a bateria fornece energia em corrente contínua (DC), o carro utiliza um inversor para transformar essa corrente em corrente alternada (AC), mais adequada para controlar torque e velocidade do motor. Essa etapa de conversão é essencial para que o sistema funcione de maneira eficiente.
No interior do motor elétrico, dois componentes principais trabalham em conjunto: o estator e o rotor. O estator é a parte fixa, formada por bobinas que geram um campo magnético ao serem energizadas. Já o rotor é a parte móvel, que gira ao interagir com esse campo magnético. Essa interação magnética é o que transforma energia elétrica em movimento. Quando o rotor gira, ele transfere esse movimento para as rodas, permitindo que o carro se desloque com suavidade e precisão.
Uma das características marcantes dos motores elétricos é a ausência de vibrações e ruídos típicos de motores a combustão. Como o número de peças móveis é menor e não há processo de combustão interna, o funcionamento é mais silencioso e exige manutenção reduzida. Isso torna a experiência de condução mais confortável e contribui para a durabilidade do sistema.
Outro recurso importante presente nos carros elétricos é a frenagem regenerativa. Quando o motorista desacelera ou freia, o próprio motor passa a atuar como gerador, recuperando parte da energia cinética que seria perdida nesse processo. Essa energia é convertida novamente em eletricidade e enviada de volta para a bateria, aumentando a eficiência energética do veículo e ajudando a ampliar sua autonomia.
A diferença fundamental entre o motor elétrico e o motor a combustão está na forma como cada um gera movimento. Enquanto o motor tradicional depende da explosão de combustível para produzir força, o motor elétrico utiliza eletricidade para criar movimento por meio de campos magnéticos, processo muito mais eficiente e limpo. Isso significa melhor aproveitamento da energia disponível e menor impacto ambiental.
Em resumo, o motor elétrico funciona a partir de três etapas principais: o armazenamento de energia na bateria, a conversão dessa energia pelo inversor e o movimento gerado pela interação entre estator e rotor. Esse conjunto torna os carros elétricos mais eficientes, menos poluentes e mais confortáveis de dirigir. É por isso que a tecnologia avança tão rapidamente e se torna cada vez mais presente no mercado automotivo.
Como escolher o carro elétrico ideal: guia prático
Com o avanço das vendas de carros elétricos no Brasil, impulsionado pela ampliação da oferta e pela evolução tecnológica das montadoras, escolher o modelo ideal se tornou uma tarefa mais complexa — mas também mais vantajosa.O primeiro ponto essencial é analisar três fatores básicos: preço, autonomia e desempenho. Comparações entre os modelos à venda mostram que os elétricos mais acessíveis, como hatches compactos voltados ao uso urbano, atendem bem quem faz trajetos curtos. Já opções com baterias maiores garantem maior versatilidade e conforto em percursos longos. A autonomia informada pelo Inmetro é um dos elementos mais úteis, já que reflete condições reais de uso no Brasil.
Outro critério fundamental é entender qual será o seu perfil de utilização. Para quem roda majoritariamente nas cidades, modelos menores são mais econômicos, fáceis de manobrar e consomem menos energia. Por outro lado, famílias ou motoristas que precisam de mais espaço encontram nos SUVs elétricos uma alternativa mais completa, com maior porta-malas, mais conforto e potência superior. A variedade crescente mostra que hoje existe um elétrico adequado a praticamente todos os tipos de necessidade.
O custo de entrada também merece atenção. Há opções mais acessíveis no mercado brasileiro, mas conforme o preço sobe, crescem os níveis de autonomia, potência e equipamentos. Por isso, comparar o investimento inicial com os benefícios oferecidos é essencial. Mesmo que o valor de compra seja mais alto do que o de um carro a combustão, a economia com manutenção e energia tende a compensar ao longo do tempo.
Por fim, acompanhar as novidades e atualizações do segmento elétrico ajuda a tomar decisões mais acertadas. Lançamentos chegam com frequência, os preços oscilam e as montadoras revisam equipamentos e versões constantemente. Por isso, fique ligado no WM1.
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