A Ford confirmou nesta sexta-feira (3) que voltará à Fórmula 1 em 2026. A marca norte-americana anunciou que formará uma parceria com a equipe Red Bull, atual bicampeã com o piloto holandês Max Verstappen, para o desenvolvimento de novas unidades de potência, que também serão usadas pela Toro Rosso, a subsidiária da Red Bull na categoria.
De acordo com Jim Farley, CEO da Ford, a fabricante de veículos irá fornecer todo o conhecimento técnico para o desenvolvimento dos motores da temporada de 2026, quando o novo regulamento entrará em vigor e exigirá unidades de potência formadas por um propulsor elétrico de 350 kW e um outro, à combustão, diferente dos atuais, que usará combustíveis sustentáveis.
“Estamos entrando em uma era nova e empolgante da Ford Performance. Vamos competir para vencer na F1, o topo do automobilismo, com a Red Bull Racing”, disse Farley.
Ainda segundo ele, a Fórmula 1 será um excelente laboratório para a Ford desenvolver novas tecnologias que poderão estar nos veículos que produz em todo o mundo. “A F1 será uma plataforma de incrível custo-benefício para inovar, compartilhar ideias e tecnologias e interagir com dezenas de milhões de novos clientes”, revelou o CEO da fabricante.
Cristian Horner, diretor e CEO da Red Bull, também vibrou com a volta da Fórmula 1 à categoria máxima do automobilismo mundial. “Como produtora independente de motores, poder contar com a experiência de uma fabricante como a Ford nos coloca em uma boa posição frente à concorrência”, analisou Horner, que lembrou que grandes pilotos da história da categoria aceleraram os motores da Ford, como Jim Clark, Michael Schumacher e Ayrton Senna.
Quando o assunto é veículo eletrificado, a Ford é uma das líderes de vendas em vários mercados do mundo, inclusive nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a marca ainda engatinha, mas anunciou recentemente que irá comercializar a picape Maverick híbrida e o Mustang Mach-e.



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