Apesar dos tremores da F1, Mosley se diz calmo

Presidente da FIA declarou que ainda não há acordo sobre limite orçamentário
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O presidente da FIA, Max Mosley, espera que apenas cerca de metade do grid atual se inscreva no campeonato mundial de Fórmula 1 do próximo ano antes do encerramento do prazo neste mês, após a ausência de um acordo a respeito do limite orçamentário na reunião da semana passada.

Aquelas equipes que não entrarem a tempo poderão sofrer um punição financeira pela inscrição atrasada se quiserem voltar mais tarde, mas também correm o risco de não terem mais vaga se o grid for preenchido com equipes novas.

"Acho que provavelmente teremos entre três e seis equipes até o fim do prazo", disse Mosley quando questionado pelo site Autosport sobre o que acha que irá acontecer. "Depois disso, elas se tornam inscritas atrasadas, e só poderão entrar se restarem vagas".

Apesar dos temores de que a Fórmula 1 está enfrentando uma crise por causa das ameaças de saída das equipes, Mosley permanece totalmente calmo diante da situação. Ele acredita que, mesmo se as equipes perderem o prazo de 29 de maio, as circunstâncias irão forçá-las a tomar uma decisão muito rapidamente depois disso.

Quando perguntado sobre as preocupações a respeito da situação continuar sem uma solução até o inverno europeu, Mosley disse: "Não sei se vai se estender por tanto tempo, porque se você se colocar na posição delas - elas precisam decidir o que querem fazer. Se quiserem continuar correndo na Fórmula 1, podem vir conversar. E se quiserem fazer outra coisa, precisam começar a construir um carro".

"Se as equipes não entrarem no campeonato mundial de Fórmula 1, elas terão de decidir muito rapidamente o que querem fazer - começar sua própria categoria, correr em algum outro lugar ou fechar. E se fecharem, terão um problema ainda maior do que se operassem sob um limite orçamentário, no que diz respeito ao pessoal. Não está completamente óbvio o que elas fariam".

"Há uma boa chance de que, quando as pessoas conversarem e pensarem nisso, o bom senso prevaleça, porque o que está errado com todos sendo limitados pela mesma quantia de dinheiro e a performance ser limitada pela inteligência dos engenheiros? É bastante atrativo para muitas pessoas - e é justo".

"Você poderia argumentar que se uma equipe tem dez vezes mais dinheiro do que a outra, é como se tivesse um motor maior. Na realidade, não é muito justo".

Mosley também deixou claro que se as equipes rebeldes optarem por uma categoria separada, a FIA não veria problemas em aprová-la. "Com certeza. Teríamos de fazer isso, e é o que faríamos. Se elas formarem outra categoria, poderão escrever suas próprias regras, e nós as checaríamos por segurança".

“Então, elas começariam a negociar com os promotores e companhias de televisão, que sem dúvida cobrariam muito dinheiro, já que estariam lá por razões de marketing. E segundo rumores, quando elas fossem negociar com os promotores, encontrariam Bernie do outro lado da mesa. Não sei se há alguma verdade nisso, mas é apenas uma sugestão".


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