O incrível mundo da Fórmula 1 - parte II

  1. Home
  2. Salões
  3. O incrível mundo da Fórmula 1 - parte II
Rodolpho Siqueira
Compartilhar
    • whats icon
    • bookmark icon

- Em máxima atividade, um motor de Fórmula 1 pode sugar nada menos que 600 litros de ar por segundo. Não é para menos: os engenheiros já sugerem que o novo motor V8 – menor e menos potente que os V10 utilizados até o ano passado – consegue atingir a marca de 20.000 rotações por minuto. Quer saber mais? Então veja outros números impressionantes nesta segunda reportagem sobre o incrível mundo da Fórmula 1.

1 g é a desaceleração resultante do simples ato de se tirar o pé do acelerador de um carro de Fórmula 1, sem usar o freio. 1 g equivale a uma vez a força da gravidade.

2,5 segundos é o tempo que os engenheiros da Toyota calcularam, no início de janeiro, que os novos carros serão mais lentos em relação aos utilizados em 2005. Isso se deve à utilização de motores V8 no lugar dos V10, mesmo com o ganho de tempo obtido pela troca de pneus no reabastecimento.

5 % é o mínimo que os engenheiros são capazes de aumentar a eficiência de seus projetos de um ano para o outro, mesmo com a FIA maquinando novas regras para reduzir a velocidade dos carros. Ou seja, mesmo com um regulamento ‘propositalmente idealizado para piorar o desempenho’, os técnicos fazem seus novos carros serem ainda melhores do que os do ano anterior. Este ganho de desempenho já chegou a incríveis 10%.

5,2 g é a aceleração lateral a que um piloto de F1 será exposto na redução brusca de 100 km/h até a parada total. 1 g equivale a uma vez a força da gravidade.

10 cavalos é a equivalência em potência do motor perdida caso aquela anteninha que vai no bico do F1 tenha um diâmetro um pouco maior do que deveria.

40 quilos é o peso da mangueira da bomba de combustível utilizada nos pit stops. Justamente por isso, os responsáveis por sua operação costumam ser sempre os mecânicos mais fortes.

65 quilos é o peso da célula de sobrevivência. Produzida em fibra de carbono, ela capaz de resistir a impactos incríveis e já salvou muitas vidas.

80 % do carro são feitos de fibra de carbono. Sua utilização ocorre em itens como a suspensão, assento do piloto, caixa de pedais, embreagem, célula de sobrevivência, etc.

100 graus é a temperatura ideal máxima a mínima é de 90º com a qual os pneus devem trabalhar para gerar a máxima aderência.

160 cv é a potência dissipada pelo óleo do motor na forma de calor. O circuito de água perde 215 cv, enquanto a caixa de câmbio leva mais 20 cv. Cerca de 15 % da energia disponível perto de 3.000 cv para os motores usados até o ano passado é perdida na forma de combustível não queimado.

200 é a quantidade de cavalos a menos que a Toyota registrou em seu primeiro motor V8 adaptado ao novo regulamento de 2006 em relação ao V10 usado na temporada anterior.

400 gramas é o peso das sapatilhas da Alpinestars usadas pelos pilotos da equipe Toyota. Apesar de serem feitas de material a prova de fogo e solado superaderente, elas pesam 30% a menos do que um bom tênis de corrida

450 é a distância em quilômetros que o piloto de testes da Toyota, o brasileiro Ricardo Zonta, chega a fazer em um dia completo de testes. São aproximadamente 130 voltas e cerca de 40 tarefas diferentes – entre testes e avaliações de peças – previamente programadas pela equipe de testes.

500 ou mais pessoas trabalham nas grandes equipes de F1, apenas no desenvolvimento do chassi.

600 litros de ar por segundo são sugados pelo motor de F1 em regime máximo de funcionamento.

900 graus é a temperatura dos gases que saem do escapamento dos F1. Por isso, há um cuidado especial em relação à suspensão traseira, pois ela pode quebrar devido à grande variação de temperatura durante uma corrida.

950 cavalos é a potência aproximada que os motores V10 utilizados até 2005 atingiram na Fórmula 1, segundo a equipe Toyota.

600 quilos é o equivalente em downforce que a asa traseira sozinha pode gerar com o carro em movimento.

1.200 graus é a temperatura que atinge o disco de freio de fibra de carbono utilizado na F1 na entrada de uma curva. Este pico se repete cerca de 800 vezes por corrida.

3.000 cv é a potência do ventilador que impulsiona o ar no túnel de vento da equipe Renault, cujo diâmetro atinge 5,1 metros.

17.200 é o custo, em reais, de quatro discos de freio de F1. O kit de oito pastilhas sai por R$ 9.200. Uma equipe usa mais de 200 discos por ano, e o dobro desta quantidade em pastilhas.

20.000 é a rotação máxima que se estima os novos motores V8 estariam atingindo na etapa inicial da temporada 2006, no Bahrein.
No abre, o novo McLaren MP4/21 em “roupagem oficial”, com sua bela pintura cromada.

O novo Honda RA 106 no boxe e em ação, com Jenson Button; técnicos aprontam o novo BMW-Sauber F1.06; para comparar: o motor V10 de 3 litros da BMW 2004 e o novo V8 2,4-litros; o V8 BMW no dinamômetro, com o escape incandescente; incógnita: o V8 Mercedes-Benz; BMW-Sauber F1.06 em túnel de vento; autoclave para produção de peças em fibra de carbono Toyota; o Toyota TF106 de verdade e sua miniatura para túnel de vento; produção de escapes na Toyota é feita à mão; vista lateral do McLaren MP4/21 e o BMW-Sauber F1.06 em ação, com Jacques Villeneuve

Comentários

Ofertas Relacionadas

logo Webmotors