Clio Hatch RT 1.0 16v


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ITENS TESTADOS 















































Passar despercebido
definitivamente não é o negócio
do Renault Clio. Aonde quer que vá, mesmo
tendo passado seis anos desde o seu lançamento
no mercado nacional (na primeira versão
- a segunda, que permanece até hoje, viria
em 1999), o “pequeno grande carro brasileiro”,
como foi chamado, atrai a atenção
de todos. Motoristas e pedestres não resistem
a dar uma “olhadinha” para o Clio.


A versão RT, a mais completa
do modelo, é equipada com motor 1.0 16V
de 70 cavalos, que, se não chega a surpreender,
tampouco perde o gás ou nega fogo quando
necessário. Aliás, a agilidade no
trânsito pesado da cidade é um dos
pontos altos do Clio RT 1.0 16V, muito rápido
e elástico, respondendo bem às “chamadas”
no acelerador.


Outro destaque do Clio é
a economia. Segundo a fábrica, o modelo
faz 19,7 quilômetros com um litro de combustível
na estrada, e 13,4 km na cidade. Na prática,
as marcas obtidas foram um pouco inferiores ao
declarado pela montadora, mas ainda assim satisfazem.


Texto e
fotos: Luís Felipe Figueiredo









































DESIGN DIVIDE OPINIÕES



Com o Clio não há meio termo: ame-o ou deixe-o

Seja pelo grande conjunto ótico dianteiro, pelo
desenho arredondado ou pelo formato do vidro traseiro,
o Clio divide opiniões. Há quem o considere
lindo, rasgando elogios para seu visual “diferente”.
Por outro lado, há quem simplesmente “não
entenda” o vidro traseiro arredondado ou a grade
dianteira que lembra um sorriso.


A vantagem dessa polêmica está no fato
de que, enquanto a maioria das montadoras lança
novos modelos cada vez mais parecidos entre si, o Clio
se destaca e confere certo ar de exclusividade ao seu
proprietário. Para quem gosta de chamar a atenção,
sem dúvidas o Clio é uma ótima
alternativa.


A versão RT recebeu os mesmos faróis
dianteiros duplos, que equipavam as versões Si
e Tech Run. A mudança não beneficia apenas
a aparência dianteira do veículo, que ficou
mais bonito, mas também a eficiência do
conjunto.


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MOTOR
ÁGIL




Esperto na cidade, confortável na estrada


Como a maioria dos 1.0 disponíveis, o Clio sofre
um pouco com a falta de força nas arrancadas
e nas subidas íngremes, mas o motor 1.0 16V,
de 70 cavalos de potência e 9,5 kgfm de torque,
é agradável e não decepciona. De
acordo com dados fornecidos pela Renault, o modelo chega
a 157 km/h de velocidade máxima e acelera de
0 a 100 km/h em 14,5 segundos.


O câmbio de cinco velocidades tem engates macios
e precisos, e a boa relação de marchas
é o segredo da elasticidade do modelo.


No trânsito urbano, essa versão do Clio
se mostrou ágil e esperta, principalmente em
situações como mudanças de faixa
ou ultrapassagens. Segundo a fábrica, o Clio
faz 13,4 km/l na cidade. Durante o teste, utilizando
o veículo como um motorista normal, em condições
comuns, as marcas ficaram abaixo desse número,
chegando a 10 km/l, valor que faz jus à sua fama
de econômico.


Em percursos de estrada, o carrinho se mostrou muito
confortável - exceto pela posição
do banco do motorista, um pouco cansativa para condutores
mais altos. A elasticidade do motor permite a manutenção
de velocidades elevadas sem problemas e seu consumo,
que segundo a fábrica é de 19,7 km/l,
também é baixo. Mesmo assim, conduzido
normalmente o Clio não conseguiu bater o número
de fábrica, e chegou à marca de 15 km/l,
que ainda assim é um ótimo resultado.


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CONFORTO
SEM (MUITO) APERTO


Clio combina características de
carros de luxo com deficiências de carros pequenos




Posição de dirigir privilegiada, bancos
macios com detalhes em veludo, direção
hidráulica leve e muito silêncio. O Clio
seria perfeito não fossem alguns detalhes: o
revestimento das portas, de plástico, com pequenas
tampas no lugar das manivelas dos vidros deixa a desejar.
A posição dos acionadores dos vidros elétricos
dianteiros - na traseira, só há acionamento
manual para os vidros -, localizados ao lado do câmbio,
é muito incômoda. Longe do alcance das
mãos, requer um desvio de atenção
por parte do motorista para seu acionamento.


No banco traseiro, se a altura do Clio ajuda, a distância
entre os bancos compromete a posição dos
passageiros mais altos, causando desconforto. Aliás,
quem tiver mais de 1,75m de altura terá que se
esforçar e se contorcer para entrar no carro.


Seu porta-malas, com capacidade para 255 litros, é
um dos menores da categoria, ganhando apenas do Ford
Ka (186 litros) e do Ford Fiesta (250 litros).


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CARRO-CHEFE
NO MERCADO


Clio é a mola propulsora para
o crescimento da Renault no mercado nacional




Em 2001, foram comercializadas 27.988 unidades do Clio
Hatch e 16.108 unidades do Clio Sedan, e a Renault projeta
crescimento da ordem de 25% este ano para as duas versões.



O objetivo da montadora é ousado. Até
o ano 2005, a Renault quer chegar a 7% de participação
no mercado nacional, e o sucesso de vendas do Clio é
fundamental nessa empreitada.

Com o lançamento do novo site comercial, www.renault.com.br
, a empresa pretende iniciar a venda on-line do Twingo
e do Kangoo, além do Clio.


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