Avenger é forte concorrente entre SUVs de entrada
Modelo da Jeep tem design atraente, boa lista de equipamento de série, desempenho coerente e bom custo/benefício
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O Avenger é o principal lançamento da Jeep nos últimos cinco anos e ocupa uma posição abaixo do Renegade, mas certamente fará crescer a participação de mercado da marca. Suas dimensões o colocam numa posição de SUV subcompacto – fácil de estacionar, com bons ângulos de entrada (22°), central (21°) e saída (33,9°), além de vão livre do solo de 221 mm.

As outras dimensões: 4,08 metros de comprimento, 1,77 metro de largura, 2,55 metros de entre-eixos, 1,58 metro de altura. O espaço no banco traseiro é limitado, embora compatível com sua proposta. O porta-malas com capacidade para 321 litros não está entre seus pontos fortes, mesmo com estepe de uso emergencial, mas há 28 litros de porta-objetos internos. As rodas são de liga leve de 16, 17 ou 18 polegadas.

O estilo preserva a tradicional grade de sete fendas, faróis embutidos para maior proteção (Matrix, nas versões mais caras), para-choques proeminentes e caixas de rodas trapezoidais. O teto solar elétrico é opcional nas versões Longitude e Limited.
A cabine tem painel com textura agradável e central multimídia de formato bem estreito, com tela de 10 polegadas (compatível com Android Auto e Apple CarPlay, sem fio). O pacote de assistências ao motorista (ADAS, Nível 2), exclusivo neste segmento de SUVs, inclui controle de cruzeiro adaptativo com centralizador de faixa e frenagem autônoma de emergência.

O motor é o T200, flex, de 1.0 litro, 116 cv de potência e 20,4 kgfm de torque com sistema semi-híbrido de 12 Volts, que melhora discretamente o desempenho em arrancadas e retomadas, proporciona partidas mais silenciosas e garante isenção de IPVA em alguns Estados e isenção de rodízio na capital paulista. O câmbio é automatizado CVT, com sete marchas.
Há três versões: Altitude, Longitude e Limited. Embora sem tração 4×4, tem o gerenciador eletrônico Selec-Terrain e assistente em descida íngreme. O freio de estacionamento é elétrico, mas sem auto-hold.
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Na viagem de teste para primeiras impressões, mostrou desempenho compatível com a proposta, que visa concorrentes como Renault Kardian, Nissan Kait, Chevrolet Sonic e VW Tera (Honda WR-V também, porém mais caro).

Há breve letargia nas retomadas, sem comprometer a dirigibilidade ou atrapalhar ultrapassagens. O silêncio de marcha está entre suas qualidades, além do acerto das suspensões com ótima relação entre conforto e estabilidade. Preços: R$ 119.990 a R$ 145.990.
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