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Azul, vermelho e verde ganham espaço nos carros

Estudo mostra que preferência por essas cores cresceu no mundo em 2021. Mas branco, preto, prata e cinza ainda dominam

Roberto Dutra
Roberto Dutra

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Um dia, nossas ruas e estradas já foram atravessadas por carros das mais variadas cores. Laranja, marrom, verde, grená… basta ver fotos das décadas de 70 e 80 para lembrar que o trânsito era um autêntico arco-íris. Mas, como o tempo, o prata, o preto, o cinza e, mais tarde, o branco, se tornaram as cores preferidas dos compradores – no Brasil e no resto do mundo.

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Tracker Azul
Tracker AzulCrédito: Divulgação
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Caros Coloridos2
Caros Coloridos2Crédito: Reprodução

Agora, porém, surge uma luz no fim desse túnel quase monocromático. Segundo um estudo feito pela Basf, uma das maiores fornecedoras e tintas para as montadoras, as preferências pelas cores azul e vermelha cresceu 3% na América Latina, em 2021.

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Carros Coloridos
Carros ColoridosCrédito: Reprodução

A empresa diz que o azul tem se tornado uma tendência no continente – o que, aliás, teria sido previsto por seus designers alguns anos atrás. Não é por acaso, portanto, que essa cor já tem mais de 180 tons disponíveis no setor automotivo, desde sólidos a metálicos e pigmentados. Segundo o Basf Color Report for Automotive OEM Coatings (Relatório de Cores para Tintas Automotivas 2021 ), depois do azul, a tonalidade que mais se populariza é a vermelha. E em terceiro, a cor verde.

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Veículos Em Terminal Portuário Do Rio
Cores mais vivas e "cromáticas" crescem na Europa, mas no Brasil branco, preto e prata dominamCrédito: Reprodução

É fato que o branco, o preto, o prata e o cinza – as chamadas cores acromáticas – ainda são as preferidas na maioria dos países e para a maioria dos veículos. Mas o estudo mostrou, por exemplo, que o branco perde popularidade em alguns mercados, como na região da Ásia e do Pacífico – nestes casos, porém, esse espaço tem sido ocupado pelas cores preta e cinza.

Curiosamente a preferência pelo azul teve uma queda isolada na América do Norte, de 4%, e voltou aos níveis de 2017. Lá, a preferência pelas cores acromáticas cresceu, ao contrário do que tem acontecido em outros países do mundo. E, mais curioso ainda, é o branco que lidera, e deixa para trás inclusive os tons prata e cinza.


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Escrito por Roberto Dutra

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