Maverick x Ranger: qual a melhor picape da Ford?
Comparamos a novata que quer atuar no segmento da Toro com a picape média na faixa dos R$ 240 mil. Qual você escolheria?
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Dimensões e capacidades
Para começar, é preciso lembrar que a Maverick é uma picape construída com estrutura monobloco, como os automóveis de passeio. A sua plataforma é a mesma do SUV Bronco Sport, com o qual compartilha o conjunto mecânico, equipamentos e diversos componentes.

Motorizações, desempenho e consumo
Maverick
Como explicado anteriormente, a Maverick Lariat FX4 leva sob o capô a mesma motorização do Bronco Sport: EcoBoost: o 2.0 turbo a gasolina de quatro cilindros de 250 cv de potência e 38 kgf.m de torque, com câmbio automático de oito marchas e sistema de tração integral com modos de condução. Os dados de desempenho ainda não foram revelados aqui no Brasil, mas a Ford informa nos Estados Unidos que a picape acelera de 0 a 60 milhas por hora (96 km/h) em 7 segundos e tem consumo médio de 9,3 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada.Ranger


Equipamentos
A Maverick será comercializada no Brasil em sua versão mais completa, a Lariat FX4. Nessa configuração, a picape média-compacta virá equipada sete airbags; controles de estabilidade e tração; Isofix; monitoramento de pressão dos pneus; faróis de LED com acendimento automático; abertura das portas por código numérico; freios a disco nas quatro rodas; detector de colisão frontal contra pedestres e veículos; freio de estacionamento eletrônico e rodas de liga leve de 17″.



Conclusão
Caso chegue ao Brasil ao preço, de fato, na faixa dos R$ 240 mil, a Maverick será uma opção mais indicada a quem não precisa de um veículo com grandes capacidades off-road e de carga. A novata tem uma pegada mais urbana e voltada aos consumidores que desejam um veículo versátil para usá-lo esporadicamente em condições leves fora do asfalto, mas que não abrem mão de um bom nível de equipamentos, da dirigibilidade de automóvel e do bom desempenho do turbo. Já a Ranger atende o público mais “picapeiro”, que realmente submete o veículo a situações mais severas, necessita de maior capacidade de carga e faz questão da força e da elevada autonomia dos motores a diesel.