Feito no Brasil, Nissan Kait bate recorde de exportação e já é vendido em mais de 10 países
SUV fabricado em Resende, no Rio de Janeiro, ganhou quatro novos mercados e deverá ser exportado para mais de 20 países
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O Nissan Kait atingiu um marco interessante. Feito em Resende (RJ), o SUV compacto chegou a 10 mil unidades exportadas e, agora, é vendido em 12 mercados internacionais – segundo a marca, esses números são de pouco mais de seis meses de operação.

Desde março, quando começaram os embarques para as exportações, o modelo passou a ser enviado para diferentes países da América Latina e do Caribe – a expansão mais recente incluiu Chile, Haiti, Aruba e Saint Martin na lista.
Com isso, o SUV fabricado no Brasil ampliou para 12 o número de mercados atendidos pela operação de Resende. A Nissan, aliás, prevê que o modelo seja exportado para mais de 20 países da América Latina.
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No Brasil, o Nissan Kait é oferecido em quatro versões. Hoje, os preços são os seguintes:
- Nissan Kait Active: R$ 117.990
- Nissan Kait Sense: R$ 129.990
- Nissan Kait Advance: R$ 136.990
- Nissan Kait Exclusive: R$ 149.990
Todas têm rodas de liga leve de 17 polegadas. O Nissan Kait tem 4,30 metros de comprimento, entre-eixos de 2,62 m e porta-malas com capacidade para 432 litros. Dependendo da versão, pode ter painel de instrumentos digital de 7 polegadas e central multimídia de 9 polegadas.
O conjunto mecânico é formado pelo motor 1.6 16V associado ao câmbio CVT chamado pela marca de Xtronic. Segundo a empresa, a combinação é conhecida pela durabilidade, equilíbrio e pelo baixo custo de manutenção.










Nissan Kait, o segundo produto de Resende (RJ)
A produção e a preparação dos veículos para exportação acontecem no próprio Complexo Industrial de Resende. Depois de fabricados, os SUVs passam por algumas inspeções protocolares e vão para a área de embarque, onde passam por uma outra operação que utiliza 10 rampas – para posicioná-los nas cegonhas responsáveis pelo transporte até o porto do Rio de Janeiro (RJ).
De lá, os veículos seguem por via marítima para os diferentes destinos. Segundo a fabricante, esse movimento reforça o papel da fábrica brasileira na estratégia regional da Nissan, que utiliza a unidade fluminense para abastecer não só o mercado nacional, mas também outros países da região. E a ideia é aumentar ainda mais o número de destinos nos próximos anos.
A operação de Resende, vale lembrar, recebeu parte de um investimento de R$ 2,8 bilhões feito pela Nissan no Brasil. Esse aporte incluiu novos equipamentos e processos produtivos, além da contratação de 400 novos funcionários.
O atual ciclo de investimentos também viabilizou a produção da nova geração do Kicks, que foi lançada oficialmente em julho do ano passado e é igualmente exportada para mercados latino-americanos. Dessa forma, a sede da marca no Rio de Janeiro passou a concentrar a fabricação de dois SUVs destinados a vários países da região.
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