Fiat 500: um pioneiro entre os microcarros

Em tempos de crise, o Fiat 500 revolucionou o mercado pós-guerra

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Renato Bellote
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Após a Segunda Guerra Mundial a Europa mergulhou em um período de recessão. A reconstrução com ajuda norte-americana surtiu efeitos rapidamente e, em poucos anos, o velho continente já contava com seu tradicional charme e prédios seculares recuperados.

A economia caminhava e a necessidade de transporte gerou um novo nicho: o dos microcarros. Nesse sentido várias marcas lançaram seus modelos, como o BMW Isetta 600 que mostrei aqui na coluna há alguns meses.

A Fiat já havia feito sucesso com o Topolino. E seu sucessor teria ainda mais êxito, seja no número de vendas (mais de 4 milhões de unidades ao longo de 15 anos), ou simplesmente pela simpatia de suas linhas, que ganha adeptos até hoje.     

Impressões ao volante

O 500 é pequeno e traz um motor de 499 cm³ de cilindrada gerando 18 cv. Parece pouco, mas seu peso é de apenas 640 kg. Apesar de não ter um desempenho excepcional, o carrinho é ligeiro na cidade e surpreende. A primeira marcha não é sincronizada, mas o bom acerto para guiar ajuda a explicar seu sucesso. É bem divertido.

O exemplar da matéria é um Lusso de 1972, último ano da versão. A combinação da cor, a simpatia já citada e o teto-solar de lona fazem dele um objeto que desperta atenção pelas ruas e aquela nostalgia própria dos clássicos. Arrivcaptionci!

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