Logo WM1

O canal de notícias da Webmotors

Limpar buscar

Guia de Compra – Yamaha Fazer 250

Uma 250 cm³ bonita, resistente e acessível
  1. Home
  2. Bolso
  3. Guia de Compra – Yamaha Fazer 250
Mídia Motor
Compartilhar
    • whats icon
    • bookmark icon

- A Yamaha Fazer 250 parece mesmo ter caído no gosto do brasileiro, principalmente depois que sofreu uma completa reestilização em 2010.

O modelo, lançado em 2005 e a primeira motocicleta da categoria de 250 cm³ a ser equipada com injeção eletrônica no Brasil, deixou de lado o estilo retrô — evidenciado pelo farol redondo e painel de desenho antiquado, e ganhou um conjunto óptico similar ao utilizado por sua irmã maior de 600 cm³, a XJ 6N. Tal mudança lhe garantiu mais arrojo, modernidade e, o principal, o interesse dos consumidores. O mesmo pode se dizer em relação ao painel. No atual , ele é mais bonito e moderno, com seu velocímetro passando de analógico, para digital.

Na traseira, as mudanças também foram grandes. Seu formato é mais afilado como nas motos esportivas e a nova lanterna traseira passou a ser em led, o que a torna mais eficiente e segura. Apesar do esforço do departamento de design da Yamaha, o desenho desta lanterna divide opiniões. Isso porque muitos fãs do modelo não aceitaram a volta dos piscas não integrados à lanterna, uma das características principais do modelo lançado em 2005.

Para dar uma aspecto mais jovem e esportivo ao modelo, algo desejado pelos consumidores dessa categoria de motocicleta, a Yamaha não deixou as rodas de fora do pacote de mudanças. Elas passaram a ter cinco raios duplos e retos, muito parecidos com o de sua principal concorrente, a Honda CB 300R.

No que diz respeito às mudanças técnicas, a Fazer permanece praticamente a mesma da versão anterior, contrariando a expectativa de muitos consumidores que imaginavam que a marca dos três diapasões aumentaria a capacidade cúbica do modelo para 300 cc, como foi feito pela Honda quando tirou a CBX 250 Twister de linha e lançou a CB 300R.

Apesar disso, o monocilíndrico de 249 cm³ com duas válvulas, comando simples e arrefecimento a ar que não sofreu alterações — a não ser pela ponteira de escapamento, que ganhou novo formato — pode ser considerado um dos pontos de destaque da Fazer 250. Isso porque ele é comprovadamente muito resistente e econômico. Por outro lado, seu desempenho é apenas regular, rendendo 21,0 cv a 8.000 rpm de potência, e 2,10 kgfm a 6.500 rpm de torque.
Apesar de estar mais bonita e atraente, a mudança do sistema de freio traseiro — que deixou de ser a tambor e finalmente passou a ser a disco— foi uma das mudanças mais comemoradas e importantes, pois além de esteticamente ser mais bonito, o freio a disco traseiro ficou mais eficiente, sobretudo em dias de chuva, sinalizando um ganho em segurança.

No mais, o modelo segue sendo uma ótima opção de compra, já que é resistente, demandando baixa manutenção e se mostrando muito econômico. 

Desde 2005, foram produzidas 172.606 unidades do modelo — incluindo 10.000 unidades das duas edições limitadas. Atualmente a Fazer é o terceiro modelo mais vendido da Yamaha — atrás da YBR 125 Factor e Crypton 115 — e o décimo lugar no ranking de emplacamentos do Brasil, com uma média de 2.600 motos por mês.

Pontos Positivos: Design atual e muito atraente, bom acabamento, injeção eletrônica que a torna mais esperta e econômica. Seu chassi é bem desenhado e resistente, as suspensões são macias, o que confere conforto na pilotagem e sua mecânica é comprovadamente muito resistente.

Pontos Negativos: Apesar de ser ótima no uso urbano, o câmbio com apenas 5 marchas, faz com que a Fazer trabalhe em rotações altas quando utilizada na estrada, dando a impressão de se estar forçando o motor. Outro problema que se tornou característica do modelo, é o freio dianteiro “borrachudo”, o que o torna menos progressivo e modular.

Como comprar uma Fazer 250 usada

Verifique a periodicidade das manutenções. Segundo a Yamaha, na Fazer, as revisões devem ser feitas a cada 10.000 km. Para saber se a moto que você quer comprar está ok neste quesito, basta conferir os carimbos — emitidos pelas concessionárias na hora do serviço — no manual do proprietário.

Passe o dedo na saída do escapamento para checar se não há resíduos de óleo. Se houver, é sinal de que o motor está queimando óleo, seja por falta de manutenção, ou por quilometragem excessiva.

Cheque se a motocicleta está falhando. Caso ela engasgue ou apresente funcionamento irregular, é possível que o combustível que está no tanque seja de baixa qualidade. Uma simples troca de gasolina pode solucionar o problema. Se mesmo assim o problema persistir, é possível que a falha seja no sistema de injeção, algo que deve ser reparado em uma assistência técnica especializada, podendo gerar um custo relativamente alto, dependendo do diagnóstico.

Confira se as peças plásticas como laterais, abas do tanque, carcaça do farol e painel apresentam um bom acabamento e encaixe, caso contrário, elas não são originais, mostrando que a motocicleta pode ter se envolvido em uma queda ou acidente.
Não feche negócio antes de verificar o estado dos freios e suspensões. Eles não devem apresentar qualquer tipo de vazamento de óleo.

Alinhe a direção e confira se a roda dianteira está alinhada com a traseira. Dessa forma você evita comprar uma moto com o chassi torto.

Por fim, não se esqueça de checar se os documentos estão em dia, com todas as taxas pagas. No mais, bons negócios! 

Twitter

Gosta de motos desta categoria?

Então veja aqui no WebMotors as melhores ofertas para este carro:

Yamaha Fazer 250

CBX 250 Twister

Comentários

Ofertas Relacionadas

logo Webmotors