Montadora ameaça tomar medidas drásticas contra trabalhadores rebeldes

Volks pressiona funcionários em São Carlos
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Redação WM1
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- Com a queda nas vendas registradas em 1999, a Volks suspendeu o investimento de R$ 1 milhão que seria destinado para a ampliação da unidade de São Carlos, no interior paulista. Além disso, instaurou um programa de banco de horas na jornada de trabalho. Foi o bastante para desencadear uma onda de protestos e reivindicações dos funcionários que pedem, principalmente, a equiparação salarial com os colegas da fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

Mas a alta cúpula da empresa não concorda com a oposição e ameaça pegar pesado com os trabalhadores, podendo até fechar a fábrica de São Carlos e transferir a produção para a unidade de São Bernardo do Campo, ABC Paulista. Além disso, ainda anunciou a demissão de 20 funcionários, responsabilizados pela implantação da operação tartaruga — que impediu a produção de 870 motores, desde quarta-feira 15/03.

O complexo de São Carlos abriga 459 funcionários e é responsável pela produção de motores para as unidades de São Bernardo, Taubaté SP e São José dos Pinhais PR.

NÃO HOUVE CONFUSÃO NA GM

Ao contrário do que ocorreu na Volks de São Carlos, os funcionários da General Motors de São Caetano do Sul também no ABC Paulista, aceitaram pacificamente o aumento da jornada de trabalho — que passou de 44,5 horas para 46 horas semanais.


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