O acordo automotivo emperra no índice de nacionalização dos carros

Brasil e México ainda não chegaram a um consenso
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Redação WM1
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- Após ter concluído acordo com a Argentina no setor automotivo, mês passado, o Brasil centraliza agora suas atenções no México. A briga será bem diferente. Com a Argentina, a principal divergência era em relação à duração do acordo. Com o México, o motivo da discórdia será o índice de conteúdo nacional componentes dos veículos fabricados nos dois países.

Segundo o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Brasil está estudando uma fórmula que evite algum tipo de concorrência desleal por parte das montadoras mexicanas, prejudicando o setor automotivo do país.

No acordo com a Argentina, o índice de conteúdo regional foi fixado em 60%, sendo que metade destes componentes terá de ser fabricado exclusivamente no país de origem do carro. Com o México, o índice pode ficar entre 50% e 60%. O acordo bilateral terá a duração de seis meses, prorrogáveis por mais seis. Durante o período, a alíquota do imposto de importação entre os dois países deve ser de 8% para automóveis e veículos comerciais leves, podendo ser estendido a caminhões. Atualmente, os carros mexicanos que entram no país pagam imposto de 35%.

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