Qual moto comprar entre R$ 10 e R$ 25 mil?

Confira as opções para você dar o segundo passo na sua carreira de motociclista
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Redação WM1
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O departamento de marketing das fábricas não cansa de vender a ideia de que as motos de 250cc são a evolução natural do motociclista que tinha uma CUB de 100cc ou uma street de 125/150cc. E eles não estão errados. Quem é motociclista de longa data, certamente começou com uma moto menor e lembra-se perfeitamente daquele momento em que pensou: “preciso de mais motor”.

 

Se você se encontra nesse estágio de sua jornada como motociclista fizemos esse guia para ajudá-lo a dar esse segundo e importante passo: escolher uma moto de 250cc ou mais. Antigamente havia poucas opções. Cerca de cinco, seis modelos street e trail e nada mais. Atualmente, para nossa sorte já há aventureiras de 250cc, miniesportivas de 300cc com embreagem deslizante; maxiscooters de 300cc e até mesmo uma moto de 400cc de uso misto.

 

Confira nossa avaliação de cada modelo, os números de desempenho, o preço das peças e seguro* para você que quer gastar entre R$ 10 e 25.000 na sua segunda moto. Ou na primeira. (Nota da redação: * Seguro cotado para o perfil de homem, solteiro, 35 anos e morador da Zona Sul da capital paulista que utiliza a moto como meio de transporte).

 

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Yamaha Fazer YS 250 – R$ 11.760 (R$ 12.030 BlueFlex)

 

A Fazer YS250 reúne cinco pontos-chave para ser um sucesso de vendas: qualidade, confiabilidade, conforto, economia e agilidade, principalmente para encarar o trânsito dos grandes centros. Bastante versátil para o dia a dia, a Fazer também pode encarar viagens curtas, já que o banco em dois níveis garante bom conforto. O motor monocilíndrico de 249 cm³, comando simples de válvula no cabeçote (OHC), que gera 21 cv de a 8.000 rpm e 2,10 kgf.m a 6.500 rpm de torque máximo ainda recebeu uma novidade bem vinda em 2012: a versão bicombustível chamada BlueFlex.

 

Com design harmonioso, a pequena Fazer oferece rodas de liga leve e freios a disco nas duas rodas (220 mm de diâmetro na traseira e 282 mm de diâmetro e na dianteira). A Fazer 250 traz também link com rolete entre o amortecedor e a balança traseira, o que contribuiu muito para deixar o conjunto mais macio e estável. Por seu preço público sugerido de R$ 11.760 e R$ 12.030 para a versão BlueFlex, a Yamaha YS Fazer 250 pode ser uma ótima opção para quem busca uma motocicleta urbana e que ainda tem certa capacidade para viajar. 

 

Quanto custa manter uma?

Seguro: R$ 2.616,00

Pastilha dianteira: R$ 100,00 

Pastilha traseira: R$ 100,00

Pisca dianteiro esquerdo: R$ 55,50

Manete esquerdo: R$ 23,00

Retrovisor esquerdo: R$ 60,00

Conjunto óptico: R$ 240,00

Troca de óleo: R$ 65,00

Garantia: 1 ano

 

Honda CB 300R – R$ 12.140 (R$ 13.840 C-ABS)

 

font-family:">Lançada em 2009, a CB 300R veio substituir a CBX 250 Twister no segmento de nakeds de baixa cilindrada da Honda. Para enfrentar a Yamaha YS 250 Fazer, a fabricante nipônica aumentou em 50 cc a capacidade cúbica do motor usado até então na Twister e adotou o sistema de injeção eletrônica. No final de 2012, a CB 300R ganhou o sistema bicombustível, funcionando tanto com etanol quanto com gasolina, dando maior liberdade de escolha para seu proprietário. Até hoje o modelo continua líder de sua categoria. 

 

font-family:">Equipada com motor de um cilindro de 291,6 cm³, duplo comando de válvulas no cabeçote e arrefecido a ar, a CB 300R flex tem 2,8 kgfm de torque e 26,5 cv com gasolina. Estes valores mudam para 2,9 kgf.m e 26,7 cv com etanol. Na prática, os números não exercem diferença significativa de desempenho. Porém, no consumo, sim. Em uso urbano, a CB faz média de 16 km/l com o álcool e 27 km/l com gasolina. 

 

font-family:">Embora seja uma motocicleta voltada mais para o ambiente urbano, a CB 300R pode encarar viagens curtas. Tanto pelo rendimento do motor, melhor do que as motos de 125/150cc, mas também pela posição de pilotagem e o assento em dois níveis, que permitem ao piloto permanecer bastante tempo sobre a moto com conforto. O conjunto de suspensões agrada, apesar de sofrer com a "buraqueira" de São Paulo. A moto ainda tem uma versão com freios C-ABS, que alia as tecnologias de frenagem combinada com o auxílio do sistema antitravamento.

 

Quanto custa manter uma?

">Seguro: R$ 3.084,00

Pastilha dianteira: R$ 122,00

Pastilha traseira: R$ 167,00

Pisca dianteiro esquerdo: R$ 31,00

Manete esquerdo: R$ 19,70

Retrovisor esquerdo: R$ 92,40

Conjunto óptico: R$ 315,00 (apenas bloco óptico) + R$ 31,20 (carenagem central) + R$ 75,30 (carenagens laterais)

Troca de óleo: R$ 70,60

Garantia: 1 ano

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Dafra Next 250 – R$ 12.540

 

">A Dafra apresentou a Next 250 no Salão Duas Rodas 2011 e, na época, chamou atenção com seu visual moderno e agressivo. Além de uma boa ciclística, a Next oferece uma motorização diferenciada, já que o arrefecimento do motor é a líquido e seu câmbio tem seis marchas. Seu ponto alto, aliás, é seu propulsor monocilíndrico de 249,4 cm³, de comando simples no cabeçote (SOHC). O motor produz 25 cv de potência máxima a 7.500 rpm e torque máximo de 2,75 kgf.m aos 6.500 giros – mais que suas concorrentes diretas das marcas japonesas. 

 

">Na cidade, a moto pede constantes trocas de marcha. Por outro lado, na estrada ela vai bem, já que o motor não fica “gritando”, pedindo mais uma marcha. A Next 250 é mais cara que as versões básicas entre suas rivais e, apesar de oferecer um motor um pouco mais potente, é, também, mais pesada, com 170,6 kg em ordem de marcha. 

 

">Quanto custa manter uma?

Seguro: Sem Aceitação

Pastilha dianteira: R$ 100,46

Pastilha traseira: R$ 98,75

Pisca dianteiro esquerdo: R$ 42,11

Manete esquerdo: R$ 28,85

Retrovisor esquerdo: R$ 85,00

Conjunto óptico: R$ 393,66

Troca de óleo: R$ 117,00

Garantia: 1 ano

 

Yamaha Lander XTZ 250 – R$ 12.840

 

font-family:">Se longevidade e mínimas mudanças visuais forem sinal de sucesso, a Yamaha XTZ 250 Lander poderia encabeçar a lista das mais bem sucedidas motocicletas do País. Lançada em 2006, a motocicleta trail da marca dos três diapasões continua com o mesmo design, sofrendo poucas alterações técnicas ganhando apenas novos adesivos e grafismos. 

 

font-family:">Dotada de injeção eletrônica, a Lander 250 conta com motor monocilíndrico de 250 cc e comando simples no cabeçote. O propulsor produz 20,1 cavalos a 8.000 rpm e 2,09 kgfm de torque máximo aos 6.500 giros. O suficiente para levar seu condutor pelas vias asfaltadas da cidade ou das rodovias. E também pelos caminhos alternativos com chão de terra. 

 

font-family:">Por R$ 12.840, o consumidor leva para casa uma motocicleta que segue as tendências trail, como posição de pilotagem mais agressiva para o off-road, roda dianteira de 21’’ e “cara” de moto de trilha.

 

Quanto custa manter uma?

">Seguro: R$ 2.143,00

Pastilha dianteira: R$ 165,00

Pastilha traseira: R$ 100,00

Pisca dianteiro esquerdo: R$ 36,00

Manete esquerdo: R$ 22,00

Retrovisor esquerdo: R$ 60,00

Conjunto óptico: R$ 126,00 

Troca de óleo: R$ 90,00

Garantia: 1 ano

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Dafra Roadwin 250R – R$ 13.590

 

font-family:">Fruto da parceria entre a Dafra e a coreana Daelim, a Roadwin 250 tem preço e potência menor do que as outras miniesportivas. Cotada a R$ 13.590, a Roadwin vem equipada com um monocilíndrico de 247 cm³, refrigeração líquida, duplo comando no cabeçote e injeção eletrônica. Segundo os dados de desempenho fornecidos pela Dafra, o propulsor oferece 24 cv de potência máxima a 9.000 rpm e 1,92 kgf.m de torque a 7.000 rpm. Número abaixo das concorrentes, como a Kawasaki Ninja 300 e a Honda CBR 250R. Mais fraca, porém mais barata. E pode ser boa opção para os fãs do estilo com menor poder aquisitivo.

 

font-family:">O acabamento da Roadwin é de boa qualidade. Ela ainda traz um painel completo, rodas de liga leve, tampa de combustível em padrão aeronáutico e lanterna traseira em LEDs. Sua posição de pilotagem mescla esportividade com certo conforto, já que os semiguidões são altos, mas as pedaleiras, recuadas. Um ponto negativo é seu peso elevado: são 173 kg em ordem de marcha.

 

font-family:">Quanto custa manter uma?

Seguro: R$ 3.671,00

Pastilha dianteira: R$ 100,46

Pastilha traseira: R$ 98,75

Pisca dianteiro esquerdo: R$ 42,11

Manete esquerdo: R$ 28,85

Retrovisor esquerdo: R$ 85,00

Conjunto óptico: R$ 393,66

Troca de óleo: R$ 117,00

Garantia: 1 ano

 

Yamaha XTZ Ténéré 250 – R$ 13.620

 

font-family:">A caçula da família Ténéré nada mais é que uma versão mais touring da XTZ 250 Lander, com quem partilha o motor e os freios. A potência do propulsor, entretanto, é de 21 cv a 7.500 rpm e torque máximo é de 2,10 kgf.m a 6.500rpm. Na Ténéré a relação de marchas foi alongada para melhorar o desempenho e conforto na estrada. A nova moto está mais “on-road”, já que o garfo dianteiro agora tem 220 mm de curso, menor do que na Lander. 

 

font-family:">Para trazer maior conforto e capacidade para longas viagens, a Ténéré 250 recebeu um tanque de combustível de 16 litros de capacidade, sendo 4,8 litros

font-family:">de reserva. O banco em dois níveis com espuma mais espessa e para-brisa para proteger o piloto das intempéries da estrada também foram colocados.

font-family:">Diferente do modelo do qual compartilha o propulsor, a Ténéré 250 tem uma posição de pilotagem mais relaxada em função do guidão mais alto.

 

font-family:">Produzida com exclusividade para o mercado brasileiro, a “Tenerezinha” mantém a tradição de aventura e conforto da família por um preço razoável. 

 

font-family:">Quanto custa manter uma?

Seguro: R$ 2.249,00

Pastilha dianteira: R$ 99,00

Pastilha traseira: R$ 137,00

Pisca dianteiro esquerdo: R$ 37,00

Manete esquerdo: R$ 22,00

Retrovisor esquerdo: R$ 57,00

Conjunto óptico: R$ 810,00

Troca de óleo: R$ 95,00

Garantia: 1 ano

 

Honda XRE 300 - R$ 13.850 (R$ 15.800 ABS)

 

font-family:">Nada melhor que poder encarar vias asfaltadas e terrenos acidentados com a mesma motocicleta. As motos trail unem a agilidade da categoria street com

font-family:">o conforto e versatilidade das aventureiras. E a Honda XRE 300 é um bom exemplo dentro do segmento. O motor monocilíndrico de 291,6 cm³ produz 26,1 cv a 7.500 rpm e 2,81 kgfm de torque a 6.500 rpm, com gasolina, e 26,3 cv a 7.500 rpm e 2,85 kgfm de torque aos 6.500 giros, com etanol. A diferença, tanto no consumo, quanto no desempenho, não é tão grande assim. A XRE faz média de 21,8 km/l (gasolina) e 19,4 km/l (etanol) em viagens

font-family:">rodando pela terra e pelo asfalto. 

 

font-family:">Por ter roda de 21 polegadas, na dianteira, e 18, na traseira, suspensão telescópica de 245 mm de curso na frente e o monoamortecedor com links e 225 mm de curso atrás, a XRE garante menos impacto nos braços e costas do condutor ao transpor as falhas e obstáculos da via. Para quem roda sem parar numa cidade como São Paulo, estes são itens valiosos. Os pneus Metzeler Enduro 3 de uso misto oferecem boa aderência no asfalto. Na terra, a XRE tem força o suficiente para transpor obstáculos, e encarar subidas íngremes e acidentadas.

 

font-family:">Nas situações mais adversas, o motor irá pedir redução de marcha, mas o torque garante que o piloto conseguirá chegar a seu destino. A capacidade não é igual a de uma legítima moto de cross, mas permite incursões em

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