Mundial de rali na Argentina começa com seis brasileiros

Pilotos instalam buzinas de bicicleta e de sorveteiro nas motos para passarem em vistoria
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Redação WM1
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- Da esquerda para a direita: Barros, Ambrósio, Moraes, Volkart, Hélio e Mattos


Começou hoje, em Córdoba, na Argentina, o Por Las Pampas, última etapa do Campeonato Mundial de Rally Cross Country. A prova terá 21 carros e 32 motos e quadriciclos. Entre os inscritos estão seis pilotos brasileiros em duas rodas: Marcos Moraes, Dimas Mattos, Ramon Volkart, José Hélio, Carlos Ambrósio e Sylvio Barros. Até a próxima sexta-feira os competidores vão percorrer 2.200 km no total, com 1.679 cronometrados por diversos tipos de terreno.

A competição teve início na praça San Martín, no centro de Córdoba, com a largada promocional. Depois eles irão percorrer cerca de 85 km até La Cumbre para a disputa do prólogo tomada de tempo de 3.300 metros.

Na terça-feira acontece o primeiro grande desafio no Las Pampas. Os pilotos sairão de La Cumbre e farão um deslocamento de apenas 11 km até Villa Giardino. Depois largarão para uma etapa cronometrada de 490,33 km. O dia começa em uma estrada boa e larga, mas logo começam as dificuldades, com trechos travados e sinuosos.

Se existe rivalidade no futebol entre Brasil e Argentina, no rali é diferente. O box dos brasileiros virou atração para um grupo de estudantes que passeava no parque na tarde ensolarada de sábado. Eles formaram um fila para fazer uma foto em cima da KTM de Dimas Mattos. Pacientemente, posou com as crianças.

”Jeitinho brasileiro”
No domingo as motos dos brasileiros foram vistoriadas pela organização. Tudo estava dentro do regulamento, a não ser um pequeno, mas barulhento, detalhe: a buzina. Das seis motocicletas, apenas a de José Hélio estava em ordem. A única solução foi percorrer os hipermercados de Córdoba atrás de alguma opção. Sem sucesso. Não encontraram a buzina ideal e a única solução foi comprar buzinas de bicicletas e daquelas usadas por sorveteiros ambulantes.

O jeitinho brasileiro chamou a atenção até dos organizadores da prova e dos comissários que estavam fazendo as vistorias técnicas. Alguns deles, bem humorados, até pediram para que testassem o “equipamento” ao sair.

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