Frontier TDI SE Cabine Dupla 4x4

Luxuosa, robusta e eficiente


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ITENS
TESTADOS 




















































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Frontier
usada
  
 




 
 
 












Motor turbo
diesel MWM, tração 4x4 com reduzida,
design moderno e alto nível de acabamento
interno garantem à picape top de linha
da Nissan bom desempenho na estrada, confiabilidade
no off-road e bom nível de conforto em
qualquer tipo de utilização


Os executivos da Nissan devem
estar rindo à toa. Presente no mercado
brasileiro apenas há pouco mais de dois
anos, a linha de picapes Frontier, fabricada em
São José dos Pinhais, PR, sob a
égide da aliança Renault/Nissan,
já figura entre as três primeiras
colocadas em vendas no seu segmento.


Disputando espaço no concorrido
segmento das picapes médias, onde reinam
modelos consagrados e de comprovado desempenho,
como Chevrolet S10, Mitsubishi L200, Toyota Hilux
e Ford Ranger, a Nissan Frontier já conquistou
a preferência de boa parcela de consumidores,
aparecendo em terceiro lugar no ranking de emplacamentos
no primeiro quadrimestre deste ano (2.206 unidades
vendidas, ou 18,1% de participação),
ficando atrás apenas da Mitsubishi L200
(2.825 vendas / 23,2%) e da Chevrolet S10, a preferida,
com 4.239 picapes comercializadas, equivalente
a 34,8% de participação.


Como o consumidor não é
bobo nem nada, não é por acaso que
a Frontier deixou para trás as Toyota Hilux
e Ford Ranger, ambas fabricadas na Argentina,
e segue firme no encalço das brasileiras
Mitsubishi L200 e Chevrolet S10. Com design moderno
e agressivo, bom desempenho em 4x2 ou 4x4, destacado
nível de acabamento e conforto interno,
e preço competitivo (R$ 76 mil, em 19/05/2003),
tem perfil adequado para usuários que precisam
de um utilitário para o trabalho, para
o lazer, ou para as duas atividades alternadamente.


Confira no teste-drive que realizamos
com uma Frontier cabine dupla SE 4x4, a versão
mais completa da linha, as qualidades (e alguns
defeitinhos) que estão fazendo desse modelo
um potencial campeão de vendas.




























































DESIGN DIFERENCIADO



Ousado, agressivo e inovador, visual da Frontier lembra
uma luva de boxe

Para a chefe dos designers
da Nissan, Diane Allen, o novo visual da picape Frontier,
de tão inovador, caracteriza um estilo à
frente dos tempos atuais.



Mas não é somente ela que tem essa opinião.
Basta rodar com a Frontier para conpartilhar a sensação
de visual diferente que o modelo transmite. Inspirada
na versão americana, apresentada pela primeira
vez no Salão Internacional do Automóvel
de Chicago, em 2000, a Frontier brasileira tem aparência
muito particular. A frente, toda arredondada e alta,
tem cara de feroz. O capô tem dois vincos longitudinais
paralelos e ganha realce pela entrada de ar mais alta,
no centro e no alto da tampa, bem à frente do
pára-brisa.



A grade dianteira com um só corte horizontal,
o pára-choque envolvente com dois faróis
de neblina redondos e o conjunto ótico principal,
com lâmpadas halógenas e lentes transparentes,
completam a diferenciada área dianteira da Frontier.



Mas a picape é diferente também sobre
os demais ângulos. A tampa da caçamba com
fechadura em relevo e o pára-choque com rebaixamento
central revestido em material antiderrapante caracterizam
a parte traseira. Os pára-lamas circundados por
protetores fixados com parafusos aparentes, as rodas
de liga leve com desenho exclusivo e o desenho da cabine
com teto baixo complementam o visual inovador da Frontier,
parrudo e imponente, semelhante a uma luva de boxe.



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BOA
NO ASFALTO E NA TERRA




Motor de 132 cavalos e tração 4x4 com
reduzida garantem bom desempenho


Se em aparência a Frontier lembra uma luva de
boxe, em desempenho ela lembra um soco. Suave ou vigoroso,
dependendo da utlização que está
sendo feita do veículo, mas ambos eficientes
e fáceis de serem desferidos.



Equipada com moderno motor turbo diesel MWM com intercooler,
de alto giro, e sistema de tração 4x4
optativa com reduzida, a Frontier tem potência
(132 cv a 3.600 rpm) para rodar com desenvoltura e velozmente
pelo asfalto, e força de sobra (34,7 mkgf a 1.800
rpm) para transportar até mil kg de carga ou
transitar por terrenos irregulares. Um show de desempenho,
com tração 4x2 ou 4x4.



O câmbio, produzido pela EATON, é manual
de cinco velocidades. Com marchas bem escalonadas, proporciona
engates particularmente precisos, com relativa maciez,
favorecidos pela alavanca alta e de boa empunhadura.
Aliadas à boa posição de dirigir,
aos bancos confortáveis, à direção
hidráulica eficiente e ao sistema de direção
de respostas precisas, essas qualidades tornam a Frontier
especialmente agradável de ser conduzida.


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MACIA
E ECONÔMICA


Com ou sem carga Frontier roda macia
sobre qualquer terreno




Quase quadrada, a caçamba da Frontier cabine
dupla é relativamente pequena (1,43 m de comprimento
por 1,52 m de largura), mas pode carregar até
mil quilos. Repleta com carga volumosa, mas com apenas
metade desse peso, e transportando na cabine quatro
adultos, durante o teste a Frontier deslizou pelo asfalto
lisinho da rodovia Fernão Dias como se estivesse
vazia. O motor, ronronando como um gatão, emite
pouco ruído e tem baixo nível de trepidação,
mas apresenta respostas cheias e vigorosas nas acelerações
ou retomadas de velocidade, mesmo em baixos giros.



Mesmo quando a suavidade do asfalto da BR deu lugar
aos buracos de uma estrada secundária, primeiro
rudemente asfaltada, e depois de terra, a Frontier continuou
a apresentar qualidades, desta vez relacionadas às
suspensões e aos freios.



Se no liso a potência da Frontier é como
um soco suave, nos buracos seu desempenho é como
uma defesa eficiente. As suspensões, independente
com barra de torção na dianteira, e de
eixo rígido e feixe de molas na traseira, literalmente
ignoraram os buracos. O conjunto absorveu todos os
tipos impactos, não atingiu os batentes nem uma
vez, manteve boa dirigibilidade e estabilidade, e não
transmitiu vibrações extras à cabine.
Firme sem ser dura e macia sem ser mole, Frontier roda
confortavelmente sobre qualquer tipo de piso.



O sistema de freios, à disco na frente e tambor
atrás, dispõe dos sistemas auxiliares
ABS (antitravamento) e EBD (que distribui automaticamente
a força de frenagem nas rodas), comprovadamente
eficientes durante a viagem.



Sem poupar o acelerador e curtindo as retomadas de
velocidade, rodamos com a Frontier cerca de 400 km por
estrada asfaltada e mais 250 km por estradinhas de terra,
transportando quase 500 kg na caçamba e quatro
adultos na cabine. De quebra , conferimos seu desempenho
em 4x4, com e sem reduzida, vencendo uma íngreme
estradinha-trilha, subindo e descendo o Morro do Pedrão,
em Maria da Fé, no sul de Minas. Depois de completar
o tanque, com capacidade de 73,5 litros, duas vezes,
outra agradável surpresa: a Frontier percorreu,
em média, 12,3 km/l, o que representa, na prática,
baixo consumo de combustível e autonomia de cerca
de 800 quilômetros.


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4X4
OPTATIVO E REDUZIDA


Tração integral e reduzida
são acionadas através de alavanca no console




A Frontier roda com tração traseira em
condições normais, mas quando o caminho
fica ruim, pode rodar com tração nas quatro
rodas. Ao contrário de algumas conco

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