Parati 1.0 16V Turbo

Para ‘deitar o cabelo’


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ITENS
TESTADOS 










































A
linha 2003 da Parati chegou com poucas mudanças.
A traseira, mais arredondada, rejuvenesceu o modelo,
e alguns equipamentos de série a mais que
o modelo anterior otimizaram o conforto. Parece
ate que a Volkswagen segue a risca a máxima
do futebol “não se mexe em time que
esta ganhando”. Curtindo os louros de sucesso
de vendas nesse segmento, mesmo com poucas mudanças,
a terceira geração da Parati tem
a pretensão de continuar sendo uma das
preferidas do consumidor. E reúne qualidades
para isso.


Na traseira, a tampa do porta-malas
redesenhada e as lanternas e vidros com novo design
deram ‘ares’ de jovialidade a essa
perua que, convenhamos, já incorpora os
sinais típicos da velhice. O aerofólio,
agora pintado na cor do carro com brake-light
integrado e o rack no teto na cor preta - antes
era prata - também colaborou para o sucesso
dessa plástica. A dianteira, por sua vez,
ganhou nova grade e novos pára-choques,
onde estão os faróis de milha, caracterizando
as pretensões mais esportivas dessa versão
turbo.


Internamente foram os revestimentos,
agora com tons escurecidos (para dar visual mais
esportivo, segundo a VW), e o novo volante que
receberam as principais alterações.
Outros itens funcionais, como sistema de travamento
das portas e sistema de controle de velocidade
(que emite uma irritante e quase insuportável
série de três bips quando a velocidade-limite
é ultrapassada), também são
novidades incorporadas à versão
2003 do modelo.


No painel de instrumentos, grafismo
e ponteiros também sofreram alterações,
assim como o console central, que agora conta
com alavanca de câmbio com aro cromado em
volta, reforçando o visual esportivo dessa
arisca station.


O conhecido motor 1.0 16V Turbo,
com 112 cv de potência a 5.500 rpm e torque
máximo de 15,8 kgfm, é um foguete
em altas rotações, com torque de
sobra nessas faixas ideais de giro, em qualquer
marcha. Mais modesto em baixas rotações,
não chega a decepcionar no pára-e-anda
do transito urbano.


Fotos:
Marcos Sanches Siqueira







































DESEMPENHO SURPREENDENTE

Motor turbinado oferece torque esportivo em altas rotações

Mesmo com respostas mais modestas em baixas rotações,
o ‘motorzinho’ 1.0 de 16V com turbo incita
o motorista a dirigir esportivamente. Melhor em altos
giros, e acima das 4.000 rpm que ele faz a Parati ‘deitar
o cabelo’. Segundo a fábrica, com ele a
perua campeã da VW acelera de 0 a 100 km horários
em 9,8 segundos e atinge velocidade máxima de
191 km/h. Uau! diria qualquer surfista ou pai de família.


E para completar essa personalidade jovial, as suspensões,
bem brasileiras, conhecem bem o chão de nossas
estradas e caminhos de terra. Absorve bem as irregularidades
do piso e proporcionam boa estabilidade, mesmo abusando
um pouco do velocímetro. O câmbio, manual,
é claro, de cinco marchas, é um pouco
longo, melhor para estradas de ‘alta’ do
que para trechos mais sinuosos. Mas permite engates
precisos. Sem preocupação com o velocímetro,
durante os testes a Parati 1.0 16V Turbo percorreu bons
12,2 km com cada litro de gasolina, na estrada, e 9,3
km por litro na cidade.


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DIANTEIRA
AGRESSIVA




Poucas alterações na frente ajudaram a
rejuvenescer o modelo


A frente da Parati 2003 foi remodelada, afinal, qualquer
mudança feita nesta perua sempre agrada o consumidor.
Mas nada de forma muito marcante. A nova Parati recebeu
apenas alterações na grade e novos pára-choques
com faróis de milha incorporados. Os frisos laterais,
as soleiras e rack no teto pintados na cor preta, os
novos jogos de rodas e os vidros verdes escurecidos
também ajudaram a reforçar o apelo esportivo
dessa versão.


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TRASEIRA
MAIS MODERNA


Traços arredondados melhoraram
os ângulos traseiros




A parte de trás da Parati foi a que recebeu as
maiores atenções dos estilistas da VW.
A tampa do porta-malas, que acomoda 437 litros, foi
remodelada, realçando as linhas arredondadas,
e as lanternas e vidro ganharam novo design. As lanternas,
por exemplo, estão mais altas e fazem limite
com as colunas laterais e vidro traseiro. Este também
ficou maior, o que aumentou a visibilidade para o motorista
e passageiros. A ponteira do escape e o aerofólio
na cor do veículo, também diferentes das
versões anteriores, completam o visual mais esportivo.


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INTERIOR
E PAINEL MAIS AREJADOS


Revestimentos mais dinâmicos e
nova grafia no painel completam pacote




O motorista encontra na Parati uma boa posição
de dirigir, com instrumentos de fácil visualização
e bem ao alcance das mãos. O painel ganhou desenho
mais moderno e o volante da direção conta
agora com um novo desenho, incluindo uma moldura cromada,
característica de modelos verdadeiramente esportivos.


Os revestimentos também foram modificados e
passaram a receber tons escurecidos. Dois novos itens
funcionais, sistemas de travamento das portas e de controle
de velocidade, aumentaram o conforto interno.


O primeiro, acionado automaticamente quando o carro
atinge 15 km/h, é útil e funcional. Já
o sistema de controle de velocidade, que pode ser programado
pelo motorista, avisa, através de três
bips que podem ser ouvidos até do lado de fora
do carro, quando esse limite é excedido.


O conforto de condução é garantido
pela direção hidráulica, agradavelmente
pesada em altas velocidades, pelo ar-condicionado eficiente,
e pelos vidros com acionamento elétrico, automático,
do tipo ‘’um toque’’, nas janelas
dianteiras. As teclas de acionamento dos vidros, porém,
localizadas no painel central, são menos práticas
do que os botões tradicionais localizados nos
braços de apoio nas portas, utilizados normalmente
pela maioria dos veículos modernos.


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