Peugeot 307 Passion

Moderno, confortável e eficiente


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ITENS TESTADOS 


























































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Com seu “olhar de Pokémon”,
o 307 até que lembra um pouco o também moderno
206. Mas aos poucos, mesmo aos olhos menos atentos, é
possível notar que o 307 tem design muito próprio.
Depois, ao rodar, é fácil chegar a conclusão
que sua personalidade vai atrelada também aos atributos
de ergonomia e desempenho que o modelo oferece.


Posição de dirigir, silêncio interno,
conforto de rodagem e, principalmente, estabilidade,
fazem do Peugeot 307 um carro médio com um dos
melhores conjuntos desse segmento. Mas o motor, 1.6,
de 110 cavalos, deixa um pouco a desejar em acelerações
e retomadas.





















Fotos:
Diogo Ribeiro

























DESEMPENHO CONFIÁVEL




Estabilidade
é ponto forte, mas modelo só mostra brio
acima das 5.500 rpm


A marca Peugeot traz na bagagem uma larga experiência,
coroada de vitórias, em provas de estrada, principalmente
os ralis. O 206 fez, e continua fazendo, fama nos circuitos
internacionais de rali, conquistando vitórias
deslumbrantes, frente a outras marcas e modelos de raça,
como Subaru Impreza e Toyota Celica, entre outros.


O 307 também traz no “sangue” essa
personalidade esportiva. A começar pela posição
de dirigir, que pode ser “de cruzeiro” ou
“esportiva”, seguindo pela precisão
dos engates que o câmbio oferece e terminando
com uma estabilidade “infernal” (o 307 respondeu
quase sempre de forma neutra às exigências
mais ousadas durante curvas, com leve tendência
a “soltar” a traseira, quando próximo
do limite de aderência), garantida pela grande
distância entre-eixos (2.608 mm) e suspensões
independentes nas quatro rodas. Mesmo, é claro,
tratando-se um compacto familiar, fica faltando ao 307,
no entanto, um pouco mais de agressividade, no que diz
respeito ao desempenho do motor.


Equipado com um razoável propulsor de 1.6 litro,
quatro cilindros, dezesseis válvulas e injeção
multiponto de combustível, com 110 cavalos de
potência, o 307 vai melhor rodando no ritmo passeio
do que numa “tocada” esportiva. E não
é, provavelmente, por falta de potência.
Sua cavalaria seria mais do que suficiente para divertir
qualquer motorista-piloto, se o câmbio (mecânico,
de cinco marchas), delicioso de manusear, tivesse, talvez,
um escalonamento mais curto. Na prática, do jeito
que é, o 307 demora uma eternidade para ganhar
“força” nas acelerações
e retomadas, mostrando um pouco mais de brio apenas
quando o ponteiro do conta-giros começa a ciscar
os 5.500 rpm. Segundo a Peugeot, o 307 1.6 é
capaz de atingir 190 km/h de velocidade máxima.


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INTERIOR HARMONIOSO



Sem supérfluos, o 307 tem interior confortável
e “chic” na medida


O Peugeot 307 Passion reúne conforto e praticidade.
Os bancos, tanto o do motorista quanto o do passageiro
da frente, são reguláveis em distância
e altura e revestidos em tecido, frescos e agradáveis
ao tato, além de agradavelmente envolventes.
Direção hidráulica variável
com regulagem de altura e profundidade, vidros elétricos
dianteiros e traseiros com comando seqüencial e
anti-esmagamento, travas elétricas das portas
com comando à distância de alta freqüência,
retrovisores aquecidos e de acionamento elétrico,
rádio CD player com comando no volante, conta-giros,
limpador e desembaçador do vidro traseiro, faróis
halógenos com regulagem de altura, luz traseira
de neblina integrada ao conjunto óptico, protetor
de cárter, vários porta-objetos (com especial
destaque para o eficientíssimo porta-copos e/ou
garrafinhas no console central, ao lado da alavanca
do freio de estacionamento), banco traseiro rebatível
1/3 - 2/3, saída de energia 12 volts no console
central, travamento automático do porta-malas
a 10 km/h, faróis com lentes lisas em policarbonato
com duplos refletores, pára-choques na cor da
carroceria e volante de três raios com desenho
esportivo são itens de série no modelo.


O ar-condicionado com regulagem automática de
temperatura com mostrador digital, porta-luvas refrigerado,
computador de bordo (com cinco funções,
com comando no volante da direção e mostrador
das funções no quadro de instrumentos),
saída 12v no console e na lateral do porta-malas,
apoio de braços central dianteiro e traseiro
(este rebatível, com mesa e porta-copos), gaveta
sob os bancos do motorista e passageiro, console de
teto com porta-óculos, pára-sol com espelho
de cortesia iluminado para motorista e passageiro e
rodas de liga leve com design Apollo , também
já vem “de fábrica” nesta versão
do modelo.


Além desse invejável pacote de equipamentos
de série, o 307 Passion oferece ainda um conjunto
de itens opcionais denominado Pacote Visibilidade ,
que inclui: acendimento automático dos faróis,
luzes de neblina integradas ao conjunto óptico
dianteiro, limpador do pára-brisa automático
com sensor de chuva, regulagem automática da
iluminação do painel de instrumentos e
pintura metálica ou perolizada.


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ESTILO INOVADOR

Faróis afilados, tipo “olhos
de Pokémon”, e grande pára-brisa
marcam visual




Claramente inspirado nos veículos monovolumes
de última geração, o que mais chama
a atenção no visual do 307 é o
imenso pára-brisa, com 1,46 m, que se prolonga
em direção ao teto quase em linha reta.
Os faróis dianteiros, com desenho acentuadamente
afilado e vidro totalmente liso, como os olhos dos personagens
do desenho japonês Pokémon, completam o
personalíssimo visual dianteiro do 307.


Visto lateralmente, destacam-se os contornos bem delineados,
as grandes janelas traseiras e a larga coluna “C”,
que lembram vagamente às do Golf. As rodas e
pneus grandes, aros 15 ou 16, completam os “ares”
de robustez que o 307 passa através de seu personalíssimo
visual.


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DE OLHO NO MERCADO

Modelo disputa segmento M1, que engloba
os veículos de médio porte




Concebido para substituir o modelo 306, que durante
sete anos foi comercializado com muito sucesso no Brasil,
o 307 chegou em condições de enfrentar
em “pé de igualdade” concorrentes de
prestígio consagrado entre os brasileiros, como
Audi A3, VW Golf, Ford Focus, GM Astra e Fiat Brava.


Na Europa, esse segmento é o que mais cresce.
No Brasil, é o segundo mais procurado pelos consumidores.
De olho nessa generosa fatia de mercado, a Peugeot está
lançando o 307 inicialmente apenas na versão
hatch-back de cinco portas, com motor de 1.6 litro.
Atingido o patamar de seis mil unidades comercializadas,
objetivo da marca para este primeiro ano, a Peugeot
já tem preparado o lançamento de outras
versões, com motores de 2.0 litros (huuummm!!!...)
e câmbios manuais ou automáticos.


Para um futuro breve, a Peugeot acena com a possibilidade
de comercializar no Brasil também as versões
Cabrio e Station do 307. O carro é bom. Resta
aguardar se, além de caber nas garagens dos brasileiros,
vai caber também nos bolsos.


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