Renault Scenic RXE 2.0 16v

Design moderno, motor potente e muita praticidade


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ITENS
TESTADOS 


 

















































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O segmento das minivans
está cada vez mais competitivo. Consagrados
no gosto do consumidor, modelos como Cetroen Picasso
e Chevrolet Zafira disputam palmo a palmo esse
território que, cada vez mais, é
ocupado também pela representante da Renault
nesse nicho, a atraente Scénic, agora melhor
ainda na sua nova versão.


As principais mudanças da nova Scénic
estão no motor e no visual dianteiro. Além
do já conhecido propulsor 1.6 16V, e do
2.0 de oito válvulas, que já estavam
disponíveis para as outras versões
do modelo, o novo Scénic pode ser equipado
com o eficiente, silencioso e elástico
motor 2.0 16V, produzido na França, que
desenvolve 140 cv de potência máxima.
Com essa motorização o modelo melhorou
o desempenho, acentuadamente nas acelerações,
podendo alcançar os 100 km/h, segundo a
fábrica, em 10,1 segundos.


A maior alteração visual do modelo
está na parte da frente do carro, que foi
quase que totalmente redesenhada. O capô
ficou ainda mais arredondado (uma das suas principais
características) e menos inclinado. Os
faróis ficaram maiores, formando um conjunto
ótico em atraente material plástico
liso, com as luzes indicadoras de direção
integradas a este conjunto. Completa o visual
os pára-lamas, pára-choques e a
grade frontal separada pelo emblema da marca.


Fotos:
Luís Felipe Figueiredo


















































DESEMPENHO NOTÁVEL

Proposta familiar do carro não inibe bom desempenho
geral

Com a introdução
do novo motor mais potente, agora 2.0 de 16 válvulas,
com 140 cv de potência, o Scénic melhorou
em aceleração e retomadas de velocidade.
As novas tecnologias aplicadas melhoraram seu desempenho
também em outros quesitos, alguns deles menos
notáveis pelo motorista, como o torque de 19,2
mkgf a 3.750 rpm, que garante bom funcionamento em altas
e baixas rotações.


O modelo também apresentou excelentes retomadas,
graças ao fato de 90% do torque máximo
estar disponível já a partir de 2.000
rpm. Mas embora a suspensão tenha sido recalibrada,
o que tornou o modelo atual acentuadamente mais estável,
a inclinação da carroceria em curvas ainda
é grande, e continua causando certo desconforto
aos passageiros durante ´tocadas´ um pouco
mais esportivas.


O bom desempenho geral é resultado da modernização
do propulsor, que adotou comando de válvulas
variáveis e coletor de admissão de plástico,
coisas que o motorista não vê, mas pode
sentir.


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SEGURANÇA
ATIVA




Modelo é bem equipado priorizando os itens de
segurança ativa


O novo Scénic melhorou também no que
diz respeito à segurança ativa. Além
dos freios ABS e EBV (distribuidor eletrônico
de Frenagem), a capacidade de frenagem foi melhorada
devido à adoção de freios traseiros
a disco. O novo Scénic oferece também
uma excelente relação potência/consumo,
equipado com câmbio manual de cinco marchas. Na
prática, isso tudo resulta em frenagens precisas
e seguras, sem alteração de trajetória
mesmo quando o pedal do meio é premido com força
total.


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INTERIOR
BEM ACABADO


Modelo tem bom acabamento interno e destaca
itens de praticidade




Internamente o Scénic continua oferecendo acabamento
de primeira, embora com poucas novidades. Mas motorista
e passageiros continuam desfrutando de muito conforto
e praticidade.


Para os ocupantes dos assentos traseiros, por exemplo,
a Renault projetou incomuns mesinhas "tipo de avião",
que podem ser abaixadas dos encostos dos bancos dianteiros.
O motorista, por sua vez, desfruta de uma excelente
posição de dirigir, agora mais alta ainda,
melhorando ainda mais a visibilidade para qualquer lado,
um dos pontos altos das minivans. Dependendo do número
de pessoas a serem transportadas, os bancos traseiros
do Scénic também podem ser regulados,
já que são dobráveis. E não
é apenas para acomodar bagagem, mas também
para servir como mesa. Na versão testada, com
padrão de acabamento ´top´ característica
da RXE, as três poltronas traseiras estão
presas a trilhos deslizantes.

O que faltava de porta-objetos na versão anterior,
principalmente considerando-se as aplicações
essencialmente familiar do modelo, a Renault caprichou
nesta nova versão. Há vários locais
apropriados para acondicionar pequenos e médios
objetos espalhados pelo carro, com especial destaque
para a enorme gaveta embutida debaixo do banco do passageiro
da frente, além de porta-copos no console, porta-garrafas
nas laterais dos bancos traseiros, porta-objetos com
tampa sob os bancos traseiros, no porta-malas, nos painéis
das portas dianteiras e traseiras, além de uma
abertura no assoalho com tampa, na frente dos bancos
traseiros laterais.


O painel continua com linhas arredondadas e bem moderno,
com controles fáceis de acessar e de serem acionados,
além de oferecerem boa visualização.
O toque negativo na parte interna do Scénic fica
para o porta-luvas que, no caso, faz justiça
ao tradicional nome, pois realmente só pode acomodar
um par de luvas ou qualquer outro objeto de pouca altura.


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TRASEIRA
CONVENCIONAL


Permanece igual às versões
anteriores, mas continua chamando atenção




A traseira do Scénic já dividia opiniões,
principalmente no que diz respeito à moldura
do lugar que recebe a placa de identificação.
Mas os estilistas franceses resolveram manter o que
eles provavelmente consideram mais um charme do modelo,
e praticamente não introduziram qualquer alteração.


Mas os pára-choques ficaram mais envolventes
e arredondados, bonitos e equilibrados, o que aumentou
o comprimento do carro em 3,5 cm. Os faróis de
neblina, que ficavam ao lado da placa e eram quadrados,
foram incorporados às novas lanternas lisas e
transparentes e ganharam desenho redondo, mais harmônicos
com as linhas gerais do veículo.


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MOTOR
LEGAL


Silencioso e eficiente propulsor atende
bem qualquer tipo de solicitação




Além de continuar a ser produzido com as motorizações
1.6 16V e 2.0 8V, o novo Scénic ganhou uma versão
mais potente, de 2.0 litros e 16 válvulas, que
desenvolve 140 cv de potência máxima a
5.500 rpm, produzido na fábrica de motores da
Renault em Cleon, na França. Esse motor também
equipa na Europa o Espace, o novo Laguna, o Clio RS
e a família Mégane, referências
que comprovam suas qualidades e boa aceitação
do consumidor. De acordo com a Renault, o motor garante
um torque máximo de 19,2 mkgf, atinge a velocidade
máxima de 194 km/h e acelera de 0 a 100 km/h
em 10,1 segundos. Bom, hein?!


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