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Tiggo 7 não resiste ao recorde do SUV da BYD

Caoa Chery Tiggo 7 foi surpreendido pelo recorde de vendas do BYD Song em dezembro, de acordo com dados da Fenabrave

Marcelo Monegato
Marcelo Monegato

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O Tiggo 7 ficará fora do pódio dos SUVs médios mais vendidos do Brasil em 2025. O modelo da Caoa Chery acabou surpreendido pelo desempenho muito acima da média do BYD Song, que deverá beliscar a terceira colocação da categoria, ficando atrás somente de Jeep Compass e Toyota Corolla Cross – que brigarão até o último dia do ano para ver que será o campeão.

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Caoa Chery Tiggo 7 Sport ainda é um bom negócio.
Caoa Chery Tiggo 7 SportCrédito: Ricardo Rollo/Webmotors

De acordo com dados parciais da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o Tiggo 7 acumula em dezembro, até o momento, 3.862 unidades emplacadas contra impressionantes 5.190 do Song – diferença de 1.328 veículos. Trata-se, aliás, do melhor mês de vendas (recorde) do BYD no ano.

Com isso, o Caoa Chery Tiggo 7, que vinha aos poucos encostando no BYD Song, acaba ficando muito distante do arquirrival chinês no acumulado em 2025. Ainda segundo a Fenabrave, enquanto o Tiggo 7 soma em no ano 37.357 emplacamentos, o Song tem 39.897 – diferença mais que confortável de 2.540 restando pouco mais de dez dias para acabar o ano.

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Caoa Chery Tiggo 7 Sport 2026 l3/4 de frente branco virado para a esquerda
Tiggo 7 Sport custa R$ 139.990 e hoje é mais barato que o Volkswagen T-CrossCrédito: Ricardo Rollo/Webmotors

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Tiggo 7 tem dezembro forte, mas BYD Song tem performance impressionante

Quando olhamos os números, chegamos à conclusão que não é o Tiggo 7 que está tendo um dezembro abaixo da média, mas sim um Song com números realmente impressionantes e completamente fora da curva.

Para se ter uma ideia, o recorde de emplacamentos do Caoa Chery Tiggo 7 em um único mês em 2025 foi 4.248 unidades novas licenciadas em outubro já do BYD Song – excluindo dezembro – tinha sido 4.377 em novembro, um sinal claro de que a reta final do modelo teria uma reta final de ano realmente impressionante.

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Caoa Chery Tiggo 7 Sport fica R$ 2 mil mais caro
Caoa Chery Tiggo 7 Sport é a porta de entrada da marca no segmento de SUVs médiosCrédito: Ricardo Rollo/Webmotors

Confira os 5 SUVs médios mais vendidos em dezembro de 2025 (até o momento) – segundo dados da Fenabrave:

  • 1. BYD Song – 5.190 unidades emplacadas
  • 2. Jeep Compass – 4.453 unidades emplacadas
  • 3. Caoa Chery Tiggo 7 – 3.862 unidades emplacadas
  • 4. GWM Haval H6 – 2.069 unidades emplacadas
  • 5. Toyota Corolla Cross – 1.715 unidades emplacadas

Confira os 5 SUVs médios mais vendidos em 2025 (até o momento) – segundo dados da Fenabrave:

  • 1. Jeep Compass – 59.069 unidades emplacadas
  • 2. Toyota Corolla Cross – 58.761 unidades emplacadas
  • 3. BYD Song – 39.897 unidades emplacadas
  • 4. Caoa Chery Tiggo 7 – 37.357 unidades emplacadas
  • 5. GWM Haval H6 – 30.652 unidades emplacadas
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BYD tem campanha com desconto de R$ 10 mil e taxa zero
BYD tem campanha com desconto de R$ 10 mil e taxa zeroCrédito: Divulgação

Confira ficha técnica das versões do Caoa Chery Tiggo 7 à venda no Brasil:

Caoa Chery Tiggo 7 Sport (2026)

Motor:

  • 1.5 TCI Turbo Flex I4 – 150 cv (E) / 147 cv (G) – 21,4 kgfm (E/G)

Câmbio:

  • Automático CVT (9 marchas simuladas)

Consumo:

  • Urbano: 6,9 km/l (E) / 10 km/l (G)
  • Rodoviário: 8,3 km/l (E) / 11,7 km/l (G)

Autonomia:

  • Urbana: 352 km (E) / 510 km (G)
  • Rodoviária: 423 km (E) / 597 km (G)

Dimensões e capacidades:

  • Comprimento: 4,50 metros
  • Largura: 1,84 metro
  • Altura: 1,70 metro
  • Distância entre‑eixos: 2,67 metros
  • Porta‑malas: 525 litros
  • Tanque: 51 litros

Tiggo 7 Pro Max Drive (1.6 TGDI Gasolina, 2026)

Motor:

  • 1.6 TGDI gasolina – 187 cv e 28 kgfm

Câmbio:

  • Automatizado de dupla embreagem (DCT) – 7 marchas

Dimensões e capacidades:

  • Comprimento: 4,50 metros
  • Largura: 1,84 metro
  • Altura: 1,70 metro
  • Entre‑eixos: 2,67 metros
  • Porta‑malas: 475 litros

Tiggo 7 Pro Hybrid Max Drive (1.5 TCI Flex + MHEV, 2026)

Motores:

  • 1.5 TCI Turbo Flex – 150 cv (E) / 147 cv (G) – 21,4 kgfm (E/G)
  • Motor elétrico auxiliar de 10 cv e 4,1 kgfm
  • Potência combinada: 160 cv
  • Torque combinado: 25,5 kgfm

Câmbio:

  • Automático CVT

Dimensões e capacidades:

  • Comprimento: 4,50 metros
  • Largura: 1,84 metro
  • Altura: 1,70 metro
  • Entre‑eixos: 2,67 metros
  • Porta‑malas: 475 litros
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Caoa Chery Tiggo 7 Pro Hybrid Max Drive
Caoa Chery Tiggo 7 Pro Hybrid Max DriveCrédito: Reprodução/Webmotors

Tiggo 7 Pro Plug‑In Hybrid (1.5 TCI + 2 motores elétricos, 2026)

Motores:

  • 1.5 TCI gasolina + dois motores elétricos dianteiros:
  • Motor elétrico 1: 95 cv e 17,3 kgfm
  • Motor elétrico 2: 75 cv e 16,8 kgfm
  • Bateria: 19,3 kWh
  • Autonomia elétrica: até 60 km
  • Potência combinada: até 317 cv
  • Torque combinado: 56,6 kgfm
  • Câmbio:

Transmissão

  • Automática DHT (híbrida)

Dimensões e capacidades:

  • Comprimento: 4,50 metros
  • Largura: 1,84 metro
  • Altura: 1,70 metro
  • Entre‑eixos: 2,67 metros
  • Porta‑malas: 475 litros

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10 dica para escolher um SUV médio 0km para comprar

A escolha de um SUV médio 0 km envolve a análise de fatores que influenciam custo, uso diário, tecnologia embarcada, segurança e valor de revenda. Para facilitar a tomada de decisão, listamos os principais pontos que devem ser observados no momento da compra.

1. Definição de uso

Antes de comparar modelos, é necessário estabelecer a função principal do veículo:

  • Perfil de rodagem: trânsito urbano, estrada ou uso misto
  • Espaço necessário: quantidade de ocupantes e volume de carga transportado.
  • Necessidade de tração: 4×2 atende à maioria das situações; 4×4 é recomendável apenas para uso frequente em estradas de terra ou terrenos irregulares.

2. Motorização e eficiência

Os SUVs médios apresentam grande diversidade de configurações mecânicas, incluindo opções híbridas e elétricas.

  • Motores a combustão: avaliar potência, torque e consumo em ciclo urbano/rodoviário.
  • Híbridos (HEV/PHEV): analisar autonomia em modo elétrico (no caso dos plug-in), custo de recarga e diferença de preço em relação à versão a combustão.
  • Elétricos (BEV): observar autonomia, tempo de recarga e disponibilidade de eletropostos nas rotas utilizadas.
  • Custos de manutenção: verificar intervalos e preços das revisões no plano oficial.

3. Dimensões e espaço interno

O segmento varia significativamente em proporções.

  • Entre-eixos: influencia diretamente o espaço para pernas no banco traseiro.
  • Porta-malas: verificação do volume real e formato útil do compartimento.
  • Altura do solo: relevante para quem enfrenta lombadas, valetas ou pisos irregulares.

4. Itens de segurança

Os sistemas de assistência à condução (ADAS) já são amplamente oferecidos no segmento.

  • Frenagem autônoma de emergência (AEB).
  • Monitoramento de ponto cego.
  • Alerta de tráfego cruzado traseiro.
  • Assistente de permanência em faixa.
  • Airbags e estrutura testada por órgãos independentes, como Latin NCAP.
  • Controle de estabilidade e tração (hoje obrigatório).

5. Equipamentos e conectividade

Aqui, a análise depende do uso pretendido e do nível de tecnologia desejado.

  • Central multimídia: tamanho, interface, Android Auto/Apple CarPlay (com fio ou sem fio).
  • Painel digital: facilidade de leitura e opções de configuração.
  • Climatização: número de zonas, saídas traseiras e eficiência.
  • Sensores e câmeras: resolução da câmera 360°, linhas dinâmicas e recursos de estacionamento.

6. Custo total de propriedade

Mais do que o preço de compra, o SUV médio exige atenção ao custo ao longo dos anos.

  • Consumo de combustível ou energia.
  • Revisões periódicas e valor das peças de desgaste.
  • Seguro: variação dependendo do perfil do condutor e índice de sinistralidade do modelo.
  • Desvalorização: analisar desempenho histórico e volume de vendas no mercado.
  • Garantia oferecida: carroceria, powertrain, sistema elétrico/baterias (no caso de híbridos e elétricos).

7. Test-drive

Etapa essencial para validar dados técnicos e conforto.

  • Posição de dirigir: ergonomia, regulagens e visibilidade.
  • Comportamento dinâmico: respostas do conjunto motor-câmbio, esterçamento da direção e nível de ruído interno.
  • Acesso ao interior: altura das portas e facilidade de entrada/saída.
  • Interface da central multimídia: fluidez e disposição dos comandos.

8. Rede de concessionárias

A capilaridade da rede influencia na manutenção e custo operacional.

  • Disponibilidade de lojas na sua região.
  • Prazo médio de agendamento de serviços.
  • Histórico de atendimento pós-venda.
  • Disponibilidade de peças de reposição.

9. Comparação entre versões

Muitas marcas oferecem mais de três variantes para o mesmo SUV médio.

  • Diferenças de equipamentos entre as versões.
  • Preço por item adicional: analisar se a versão superior oferece ganho real para o uso cotidiano.
  • Pacotes opcionais e custo do seguro para cada configuração.

10. Incentivos e oportunidades de mercado

Em períodos específicos, montadoras e concessionárias oferecem condições diferenciadas.

  • Descontos diretos no preço.
  • Avaliação facilitada do usado na troca.
  • Taxas de financiamento e modalidades como leasing ou assinatura.
  • Bônus para versões híbridas e elétricas em algumas regiões.

Como financiar um SUV médio 0km?

Financiar um SUV médio 0km exige planejamento e comparação entre diferentes modalidades de crédito. O consumidor deve priorizar a análise de custos totais e das condições oferecidas pelos bancos e pelas concessionárias.

1. Definição do orçamento

  • Estabelecer o valor máximo da parcela sem comprometer o orçamento mensal.
  • Calcular despesas adicionais: seguro, manutenção, combustível/energia e documentação.
  • Considerar reserva financeira para imprevistos.

2. Entrada

  • Quanto maior a entrada, menor o valor financiado e o total pago ao final.
  • A maioria das instituições exige entrada mínima; valores acima de 20% tendem a viabilizar taxas mais competitivas.
  • Avaliar se vale incluir um veículo usado na troca, o que reduz o saldo financiado.

3. Comparação de taxas

  • As instituições utilizam juros pré-fixados ou operações com variação de taxa.
  • Observar Custo Efetivo Total (CET), que inclui tarifas e encargos além dos juros.
  • Comparar prazos: contratos mais longos reduzem a parcela, mas aumentam o valor total pago.

4. Modalidades disponíveis

Financiamento tradicional (CDC)

  • Propriedade no nome do comprador desde o início, com alienação fiduciária.

Leasing / Arrendamento mercantil

  • O veículo fica em nome da instituição financeira durante o contrato; pode ter custo menor dependendo do perfil.

Consórcio

  • Não é financiamento; depende da contemplação. Adequado para quem não tem urgência.

5. Simulações online

  • Para evitar surpresas, o consumidor deve realizar simulações antes de negociar na concessionária.
  • Comparar prazos, taxas e parcelas em cenários diferentes.
  • Checar variações de CET entre bancos.
  • Ajustar valores de entrada e prazo até encontrar uma condição equilibrada.

6. Simulação com Santander na Webmotors

Simular financiamento diretamente na Webmotors é uma alternativa prática e alinhada ao processo atual de compra de SUV médio 0km.

  • A plataforma permite visualizar parcelas, prazos e taxas oferecidas pelo Santander, com transparência dos valores.
  • O processo é digital, sem necessidade de cadastro complexo.
  • As simulações podem ser feitas antes de visitar a concessionária, ajudando a definir um limite de negociação.
  • O consumidor pode comparar as condições obtidas na Webmotors com as oferecidas na loja — o que costuma ampliar as possibilidades de barganha.

7. Negociação na concessionária

  • Verificar se há campanhas específicas de financiamento para determinados modelos ou versões.
  • Conferir possíveis pacotes: taxa reduzida com entrada maior, pagamento da primeira parcela após alguns meses ou bônus na avaliação do usado vinculado ao financiamento.
  • Confirmar se o valor apresentado na loja coincide com o CET final no contrato.

8. Análise do contrato

  • Ler todas as cláusulas antes de assinar.
  • Verificar multas por atraso, taxas administrativas e seguros vinculados.
  • Confirmar se há cobrança de serviços adicionais não solicitados.

9. Revisão final antes da compra

  • Garantir que o custo total do financiamento se encaixa no orçamento de médio e longo prazo
  • Revisar taxas, prazos, entrada, valor financiado e CET.
  • Validar se a escolha do SUV médio atende às necessidades de uso definidas inicialmente.

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Marcelo Monegato

Escrito por Marcelo Monegato

Editor-chefe

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