Mini E ajudará BMW a avaliar propulsão inteiramente elétrica

Com uma série limitada a 500 unidades, urbanino será alugado a californianos ilustres
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Gustavo Ruffo
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- Em agosto deste ano a BMW confirmou que venderá no Brasil o Mini. Bom seria se, além da versão regular do carrinho, ela trouxesse para cá também o Mini E, versão elétrica que será apresentada no Salão de Los Angeles. Mas isso não vai acontecer. O Mini E será uma série limitada a 500 unidades e alugado exclusivamente na Califórnia, nos EUA, para testar o que promete ser o sistema de propulsão do futuro, totalmente elétrico.

O Mini E será alugado porque os carros não poderão ficar com quem tiver a opção de dirigi-lo nos próximos meses. Isso porque a BMW fará um leasing com os veículos, de um ano. Depois desse período, é possível estender o aluguel por mais um ano, ao fim do qual o Mini E segue para estudos. Além do destino final, o carrinho também terá revisões de 3.000 em 3.000 milhas pouco menos de 5.000 km ou a cada seis meses, o que acontecer primeiro.

Equipado com 5.088 baterias de íons de lítio, agrupadas em 48 módulos, o Mini E perdeu os bancos traseiros que quem tem o carro diz não servirem para nada, mesmo. Com isso, houve um ganho também em distribuição de peso. E bota peso nisso: o Mini E tem 1.465 kg. A compensação é que seu motor tem 204 cv.

Com ele, o Mini E atinge a máxima de 152 km/h, limitada eletronicamente para assegurar a autonomia de 240 km. A velocidade acaba nem sendo uma perda tão grande, considerando a boa aceleração do carrinho, de 0 a 100 km/h em 8,5 s. E que todo o torque de um motor elétrico está disponível a partir do momento em que se pisa no acelerador. Deve ser uma bela porrada contra o banco!

O acelerador, aliás, conta com mais uma característica interessante: sem ser pressionado, ele converte o motor em um gerador e ajuda a parar o Mini E. Na cidade, quando se utiliza esse recurso, ele poupa os freios normais e ainda recarrega a bateria, que pode ter autonomia até 20% maior, com isso. Para o motorista não ficar “sem pilha”, o conta-giros foi convertido em um medidor de carga, que também pode ser verificada no enorme velocímetro no centro do painel.

Saber que poderemos comprar o Mini por vias oficiais, de todo modo, é um consolo. No futuro, quando o modelo elétrico estiver em produção regular, fica a torcida para que algumas unidades venham parar por aqui.

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