DiMora Natalia SLS 2 será o carro produzido em série mais caro do mundo

Empresa norte-americana pretende vender o supersedã, com motor V16, por US$ 2 milhões
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Gustavo Ruffo
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- No Brasil, onde os preços dos carros são absurdamente altos, um modelo que custe US$ 2 milhões não chega a espantar. Não porque seja pouco dinheiro, mas porque qualquer carro chega por aqui por pelo menos o dobro do que ele custa no exterior. Com o DiMora Natalia SLS 2, o problema não serão os impostos, mas o preço do carro, mesmo. Ele será vendido, novo e nos EUA, por US$ 2 milhões. Com isso, deve se tornar o carro vendido em série mais caro do mundo.

O maior argumento para custar tanto, se é que ele vai chegar um dia a ser realmente produzido, é o motor V16 que foi planejado para equipá-lo. Capaz de gerar mais de 1.200 cv, ele promete coisas difíceis de acreditar, como um revolucionário sistema de injeção de combustível que eliminaria a necessidade de catalisadores para atender às normas ambientais mais severas.

O bloco do motor também seria surpreendentemente leve. Construído com tecnologia e materiais aeronáuticos, o Natalia pesaria pelo menos 680 kg a menos do que modelos de tamanho e proposta equivalente. Só isso já o ajudaria a ser econômico e mais rápido que os concorrentes.

Mas o Natalia promete mais do que isso. Ele terá tração nas quatro rodas. E todas elas esterçarão, o que promete transformar o sedã, seguramente um veículo com mais de 5 m de comprimento, em um modelo aparentemente menor.

A pintura do carro, por exemplo, poderia mudar de cor dependendo do que o motorista escolher. Pode ficar branco no calor, vermelho na estrada, preto no inverno e por aí afora. Difícil será incluir a cor do veículo no documento do sedã...

Além da parte interessante, há ideias absolutamente estranhas no Natalia, como projetores nos conjuntos ópticos dianteiros. Segundo a empresa, isso a ajudará a exibir filmes promocionais sobre o carro. Para o proprietário, no entanto, a utilidade é reduzida. Simular um drive-in, por exemplo?

Outro equipamento estranho é a buzina que pode ter tons diferentes personalizáveis por MP3, mas há também os porta-copos com temperatura controlável, para deixar a bebida quente ou fria por mais tempo. A DiMora até promete uma bolsa personalizada para quem comprar o carro. Ela custará US$ 12 mil. Cá entre nós, para quem paga US$ 2 milhões, cerca de R$ 5 milhões, US$ 12 mil é troco.

Ainda não há previsão de vendas para o supercarro. Nem de produção. Se ele vingar e realmente for fabricado, terá de vencer resistências e convencer um público muito seleto de que a DiMora, mesmo sem nenhuma tradição, consegue fazer carros confiáveis e desejáveis. Vejamos no que isso vai dar.

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