Inmetro desaprova o uso de capacete “coquinho”

Entidade realiza operação especial para alertar motociclistas
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Redação WM1
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- O uso cada vez mais freqüente dos capacetes "coquinhos" por motociclistas começa a preocupar o Inmetro Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. O modelo, comercializado em lojas de esportes radicais, tem seu uso proibido, seja por condutores, seja por passageiros, de acordo com a Resolução 20 do Denatran.

Por isso, a entidade realiza em âmbito nacional operação de fiscalização de capacetes, denominada "Operação Especial Boa Viagem", a fim de constatar, nos aspectos formais do produto, se os itens prescritos na norma estão sendo seguidos, bem como se os requisitos que o levaram à certificação estão sendo mantidos.

A Resolução 20 do Denatran estabelece que os capacetes devem ser construídos em conformidade com a Norma Brasileira 7471/01, pois, segundo especialistas consultados pelo Inmetro, os capacetes "coquinhos" não atendem aos requisitos constantes da norma quanto a critérios de segurança. Isso significa que esses capacetes não são capazes de impedir ferimentos graves na caixa craniana, por terem um sistema deficiente de fixação e não possuírem um revestimento interno de absorção de energia.

Da mesma forma, não protegem o usuário nas regiões estabelecidas pelos requisitos técnicos da norma denominadas “Linha ABCDEF”, cujo casco deve proteger a cabeça até pelo menos o lóbulo da orelha.

Considerando o grau de risco que oferece aos consumidores, os capacetes são certificados compulsoriamente pelo Inmetro, ou seja, sua fabricação está condicionada ao atendimento à norma de fabricação publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

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