Entrevista: Formula 1 de 2010 de acordo com Bernie

Empresário bilionário dirige sua vida profissional como um relógio atômico
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Em uma longa entrevista à revista inglesa F1 Racing deste mês – que o Autoracing publica aqui para você em primeira mão -, o homem que comanda a Fórmula 1 discute seus temores em relação a Michael Schumacher, suas dicas para o título e o que vai acontecer com o esporte quando ele sair. “Espero que eles possam encontrar outro bom vendedor de carros usados”.

Mister E, como a sua frota de secretários gosta de chamá-lo, está ocupado. Nada de novo nisso. O senhor de 79 anos, detentor dos direitos comerciais da F1- o homem que dirige o maior espetáculo da terra com um faturamento anual de mais de um bilhão de dólares – está mantendo a revista F1 Racing esperando. Uma entrevista exclusiva de pré-temporada foi marcada para as 11 horas em seu impressionante escritório em Knightsbridge, Londres, mas parece que ele está atrasado.

Isso é notável. Por quê? Porque Bernie Ecclestone dirige a sua vida profissional - que é sua vida - como se fosse um relógio atômico. É totalmente compreensível que, como um empresário bilionário que é, ele esteja tentando se preparar para uma das mais esperadas temporadas de Fórmula 1 da história. Há muito em que pensar, não apenas a fragilidade de uma ou duas das novas equipes no grid. E faz malabarismos enquanto atende telefonemas e assina contratos [que precisam ser levados para o aeroporto] ao mesmo tempo. “Poderia fazer o favor de assinar aqui Mr. E - e aqui”, ele é orientado enquanto seu celular toca. “Estou ocupado, ocupado, e isso é tudo”, diz ele, quando finalmente afunda em sua poltrona.

Sentado à espera da chegada de Ecclestone no centro nevrálgico de seu mundo, tem-se a chance de analisar o ambiente. Ele é absolutamente meticuloso sobre limpeza e arrumação, mas sua secretária, que se senta na frente de uma máquina trituradora de documentos, não é exatamente impecável, com documentos e arquivos espalhados pela mesa. Em um canto está uma TV de tela grande que divide espaço com um urso de bronze em miniatura. O urso foi dado a ele por uma de suas filhas e é apenas uma de muitas peças em uma sala que é decorada com obras de arte, incluindo esculturas de grande quantidade de mulheres mexicanas nuas e uma grande tela com pinturas mistas, também do México, que tem um sentido de ‘arte de rua’.

O escritório é dominado por dois grandes sofás de camurça marrom claros. Nas prateleiras por trás deles são fotos de Ecclestone com várias personalidades, incluindo a rainha e Nelson Mandela. Há uma pequena figura de Winston Churchill, modelos de carros de corrida da década de 50 e uma seleção de capacetes de corrida em miniatura, entre eles os de Ayrton Senna e Mika Hakkinen. A imagem de Enzo Ferrari está num lugar de destaque e, ao lado dela, uma imagem de Ecclestone com Pelé. Nós sentamos e conversamos em torno de uma mesa grande no qual uma bola de futebol assinada por Pelé fica em uma placa de vidro.

Ecclestone também tem várias obras de arte feitas com as mãos; em sua sala de espera tem uma escultura de um aperto de mão; no escritório tem uma impressionante escultura das mãos de um piloto de corridas agarrando um volante com hastes de arame que se estendem desde os pulsos. Em seguida, na mesa do café, há uma granada em uma mão de porcelana branca sendo estendida para ele e outra peça com uma mão sem corpo segurando um cassetete.

Vestindo um terno cinza carvão, uma imaculada camisa branca com uma gravata de lã cinza, o patrão da Fórmula 1 indica que ele quer começar a tratar de negócios logo, então uma discussão sobre a importância de sua coleção de artes no escritório vai ter que ficar para outra ocasião. De imediato, ele deixa escapar sua grande ansiedade. O baixinho, como alguns de seus amigos da F1 referem-se a ele, está preocupado que a nova temporada tenha sido ‘vendida em excesso’ e acontecer um anticlímax. Em sua mente, seu destino está indissoluvelmente ligado com um tal de Michael Schumacher...

“O que mais me preocupa antes de qualquer coisa é se o próprio evento, o campeonato do mundo, vai viver até onde as pessoas estão esperando”, Bernie diz com seu sussurro familiar. “Isso é o que me preocupa, pois nós não poderíamos ter um handicap maior do que temos no momento e, no papel, é um campeonato incrível. Estou preocupado com o fato de que o carro que Michael está sentado, além de seu co-piloto Rosberg, não esteja à altura. É um perigo, obviamente. As pessoas, inclusive eu, estão esperando grandes coisas de Michael e eu acho que não há nenhuma razão para que ele não ganhe o campeonato se o carro for bom o suficiente.”

É interessante que Ecclestone ligue o sucesso da nova temporada tão fortemente a Schumacher, porque não há nenhuma dúvida de que o nível dos rivais da lenda alemã - entre eles, Lewis Hamilton, Fernando Alonso, Felipe Massa e Sebastian Vettel – é muito alto. Mas Schumacher é a grande bilheteria da Fórmula 1 e o detentor dos direitos comerciais está bem ciente de que o sucesso de Michael provavelmente significará grandes retornos para os negócios.

Então, nós falamos sobre o mais bem sucedido piloto de Fórmula 1 da história. Ecclestone gosta dele e respeita-o como um “piloto de fato” - o maior elogio para o ex-proprietário da equipe Brabham. Ele não tem ressentimentos contra Schumacher em relação aos bem documentados dias de bad-boy na pista. Na visão de Ecclestone o ex-campeão da Ferrari é um vencedor e os vencedores sempre pegarão atalhos quando tem a oportunidade, esta qualidade ou fragilidade, ele também vê em Alonso.

“Acho que todos os vencedores e pessoas que são supercompetitivas farão tudo o que puderem para vencer - é tão simples quanto isso e acho que o público entende isso. Eles vão cortar caminhos se puderem e fazer tudo que for preciso - assim é nas corridas e Michael é piloto.”

Ecclestone não tem dúvidas de que Schumacher é capaz de vencer mais títulos, ele acredita que ele está mais motivado do que nunca, e está reunindo a equipe Mercedes GP por trás dele, assim como ele fez na Ferrari e na Benetton.

“Não se esqueça que quando estava na Ferrari, Michael foi efetivamente o chefe da equipe, ele foi chefe de equipe na Benetton e ele será o chefe da equipe na Mercedes”, diz ele. Isso torna as coisas bastante deprimentes para o homem que ele chama de Sr. Rosberg. Mas, aparentemente, há esperança para ele também. “Se Michael não for tão bom como nós atualmente achamos que ele é, e Nico for tão bom como eu acredito que ele seja, então, obviamente, ele tem a mesma chance que todos os outros.”

Avaliamos os outros rivais também. Ecclestone nunca imaginou Jenson Button batendo Hamilton e pessoalmente, ele ficou incrédulo quando o campeão mundial foi para McLaren. Nada mudou a esse respeito, embora Ecclestone leve em consideração a teoria de que um carro pesado em uma temporada sem reabastecimento, combinado com o estilo de Button de condução suave, poderia lhe dar uma vantagem. Mas ele observa a teoria sem muita convicção. “Será que ele vai bater Lewis?” ele se pergunta, assobiando. “Er ... Eu duvido. Quero dizer, não há muitas pessoas que podem vencê-lo, então não há nada de mal nisso. Lewis é simplesmente muito bom”.

Na mente de Ecclestone, Hamilton está na mesma classe que Senna e Schumacher, e ele acredita que o campeão do mundo de 2008 está amadurecendo, aprendendo com seus erros e o resultado é que ele está se tornando mais eficiente. Assim como Schumacher, Hamilton é um verdadeiro impulso para os negócios.

“Lewis é um piloto”, diz ele. “Ele tem os pés no chão, ele sabe onde está, sabe quais são os problemas a enfrentar e o que tem que fazer para superá-los, além de ser bom para o esporte - absolutamente maravilhoso.”

Na Ferrari, a equipe com a qual Ecclestone recentemente passou algum tempo na pré temporada na reunião tradicional de esqui em Madonna di Campiglio, ele viu muito claramente, como todos os outros, que Massa irá enfrentar um enorme desafio contra Alonso. Ele argumenta que, se o bicampeão do mundo espanhol ganhar corridas de cara, então provavelmente ninguém vai detê-lo... nem mesmo o brasileiro.

Ecclestone sempre admirou o espírito de luta de Massa e acredita que o ferimento na cabeça na última temporada agora é irrelevante. Ele acha que o principal problema de Massa vai ser Alonso e não um prejuízo à sua capacidade de correr por causa do acidente. Então, por que, em entrevistas recentes, Massa está um pouco menos autoconfiante sobre suas perspectivas do que ele estava nesta mesma época no ano passado?

“Primeiro de tudo eu não acho que tenha nada a ver com o acidente. Eu não acho que isso o afetou de forma alguma”, disse Ecclestone. “Ele é realista e ele percebe que há muita concorrência lá fora. Ele vai ter alguma dificuldade, obviamente, e ele vai ter que melhorar o seu jogo para ser competitivo contra Fernando.”

Existem alguns no paddock que, tendo testemunhado a maneira egoísta com que Alonso lidou com o trabalho em equipe no passado, acreditam que ele vai acabar em desacordo com Massa, assim como fez com Hamilton na McLaren em 2007. Ecclestone não partilha desta opinião, acreditando com razão ou sem razão que Alonso é um novo homem na Ferrari além dela ser uma equipe latina ajudar.

“Nós o vimos em Madonna”, refletiu. “Ele é um cara completamente diferente. Mais relaxado, mais disponível, mais tudo - ele é uma pessoa diferente do que era. Ele com certeza se sente confortável onde está e ele está confortável com o Felipe também. Haverá rivalidade com certeza, quando começarem as corridas”, acrescenta com especial ênfase no ‘com certeza’, clichê favorito na F1. mas não vai ser uma rivalidade desagradável - será uma rivalidade competitiva.”Claro, Alonso também estará renovando suas disputas com Schumacher este ano, mas Ecclestone acredita que ele terá muitas outras coisas para focar para ser capaz de se concentrar apenas no piloto do carro nº 3 da Mercedes. “A luta vai continuar, mas esses dois caras têm outras pessoas com as quais se preocuparem também. Eles têm que se preocupar com Lewis, eles têm que se preocupar com Sebastian - não podem apenas se preocupar com eles mesmos”.

O Sebastian em questão permanece sendo o piloto favorito de Ecclestone no grid atual. Ele ficou impressionado com o início espetacular de Vettel na Fórmula 1 e ele o escolheu há algum tempo atrás, como um futuro campeão. Ele acredita que a Red Bull tem os meios necessários para vencer equipes como Ferrari, McLaren e Mercedes ao longo da temporada e não acha que Vettel se curvará ao ataque de Schumacher, Hamilton e Alonso.

“Ele é talentoso - super-talentoso”, diz Ecclestone. “Ele tem uma grande disposição. Ele é um cara tranqüilo e bem aceito por todos que o conhecem e ele quer ganhar. Está amadurecendo e aprendendo, e ele ainda não está aqui há muito tempo”.

Então, como é que vai ser? Um retorno sensacional para Schumacher com a glória de vencer o campeonato, o início de uma nova era com Alonso na Ferrari, um segundo título para Hamilton, o “homem do destino” na McLaren, uma emocionante subida para a glória de Massa, ou um recorde de crescimento de equipe com Vettel na Red Bull?

Ecclestone pode imaginar qualquer um deles vencendo, mas ele acredita que a influência dominante do carro, após uma reformulação e uma mudança de regras, não pode ser ignorada. “Esta vai ser uma temporada que dependerá do carro e da equipe, tanto quanto do piloto”, diz ele. E seu palpite sobre quem poderá terá a melhor combinação? “O ápice, você quer dizer?” ele responde, parando novamente. “Eu não sei e não acho que alguém saiba.”

Inevitavelmente, os assuntos se voltam à política neste mais político dos esportes. Alguns acreditam que Ecclestone tenha perdido algum poder e influência com a aposentadoria de seu velho amigo, Max Mosley, como presidente da FIA, no outono passado. Por anos, os dois ingleses, um aristocrata com um pai famoso, o outro um vendedor de carros usados que começou do nada, têm dominado a Fórmula 1 como uma dupla extraordinariamente poderosa. Ecclestone foi o cérebro comercial e era implacável ; Mosley foi o advogado e executor e os dois dirigiam o esporte, principalmente ao telefone, em conversas privadas, como uma espécie de ditadura benigna.

Parece inevitável que a chegada do francês Jean Todt, que, ao contrário de Mosley, não é um amigo de 40 anos, marcará uma diminuição do poder de Ecclestone. Se isso está acontecendo, o próprio homem parece ignorar o fato e está perfeitamente descontraído nas suas relações com a FIA e a nova figura na Place de la Concorde. Sua preocupação principal é que Todt seja muito razoável e muito consensioso, e espera que Todt entenda que o estilo agressivo e de confronto de Mosley é o único caminho para comandar a F1 – algo com o qual diretores e chefes de equipe discordam.

“Eu acho que não perco influência, porque, no final, espero que o bom senso prevaleça”, diz Ecclestone, oferecendo a sua resposta mais curiosa desta entrevista.

“Tenho uma boa relação de trabalho com Jean. É cedo para ele. Ele está em uma posição difícil, porque eu acho que ele gostaria de sentir que ele poderia operar da maneira como Max operou. Mas ele também não quer que as pessoas pensem que ele está fazendo o que Max fez.” Neste ponto, Ecclestone bate palmas. “Ele não quer copiar Max, mas no final, ele vai ter que voltar a esses meios, porque a Fórmula 1 não pode funcionar como uma democracia - é simples assim.”

A batalha entre a FIA e Flavio Briatore, o principal dirigente da ex-equipe Renault, que foi banido do esporte por causa do escândalo crashgate, viu Mosley intervir publicamente muito tempo após ter deixado o cargo. Quando Briatore recorreu à justiça e ganhou o seu caso em um tribunal em Paris onde foi decidido que a proibição contra ele deveria ser revertida contra o órgão de gestão, foi Mosley e não Todt, que partiu para o ataque e deixou muito claro que a FIA não vai descansar até que a sanção esteja firme e permanentemente no lugar.

Este foi um sinal de que Mosley estava tentando continuar na organização por trás de Todt, como muitos de seus críticos suspeitam que ele poderia tentar? Ecclestone não acredita que este seja o caso. Na sua opinião, a FIA vem passando por uma fase de transição e Mosley interveio no caso, só porque as decisões relativas a ele estavam sendo tomadas pelo senado da FIA, no qual Mosley tem um assento.“Max é um membro do senado e foi o senado que tomou a decisão de recorrer da sentença em Paris,” diz Ecclestone. “Não é Max que tem o poder - ele é um membro do senado. Max é muito bom em convencer as pessoas a seguir o que ele pensa que é a coisa certa a fazer. Então, se ele persuadiu o senado que isso é o que deve acontecer, ele deve ter tido um bom argumento para que isso acontecesse.”

E a suspeita de que Mosley está tentando controlar a organização por trás das costas de Todt? “Não. Eu só acho que seus argumentos neste caso, foram vistos como argumentos sensatos, isso é tudo.” Ecclestone insiste que Briatore foi punido com razão – “a bomba tem de estourar na mão do principal dirigente da equipe quando as coisas vão mal” - mas acredita que ele está sendo muito castigado. Ele gostaria de ver uma proibição mais curta ser imposta numa audiência futura.

Falemos de circuitos. Coréia do Sul é uma realidade e não será removida de repente do calendário deste ano, como alguns suspeitavam; problemas na Turquia com o seu Istambul Park ser um local abandonado ‘os mesmos de sempre’, uma corrida de rua em Roma , que acontecerá a partir de 2014 – o que teve uma publicidade bastante adiantada; Nova York é um plano em andamento e uma perspectiva de corrida na Rússia são algumas coisas que têm ocupado o tempo de Ecclestone. Se a corrida na Russia acontecer, deverá ser em Moscou ou São Petersburgo.

Falamos também de novas equipes nesta temporada, um problema com o qual ele estava lidando ainda nesta manhã. Ecclestone deixa bem claro que ele prefere ter apenas oito equipes totalmente financiadas, fortes comercialmente no grid, que podem garantir completar uma temporada inteira, do que dar uma chance a novas equipes fracas que podem aparecer para algumas corridas e depois se retirar. Isso, argumenta ele, desvaloriza e traz danos à marca Fórmula 1.

“O que me preocupa são esses caras que fazem todo o esforço para estar lá para as primeiras corridas e depois correm o risco de parar”, diz ele. “É como se alguém abrisse uma loja de antiguidades depois de ter passado cinco anos comprando antiguidades, e quando eles vendem toda aquela mercadoria, eles estão em apuros porque não conseguem encontrar outras para substituir. Esse é o problema que podemos ter com algumas destas novas equipes.”

Ecclestone pode acreditar que seu poder não está diminuindo, mas mesmo ele sabe que não pode continuar para sempre. Aos 79 anos, ele continua cheio de energia e vitalidade e não dá sinais de cansaço no trabalho de sua vida. Quanto mais tempo ele continua, no entanto, o esporte coletivamente se pergunta e em alguns casos teme, como será a vida depois de Bernie. O próprio homem tem opiniões firmes sobre o assunto. Ele acredita que a privatização da Fórmula 1 e suas equipes é uma coisa ruim e ele espera que seu sucessor seja uma pessoa como ele, com uma sólida experiência empresarial - e não necessariamente no automobilismo. O pior que pode acontecer, diz ele, é a F1 ser gerida por algum tipo de comissão quando ele tiver ido embora.

“Provavelmente melhor”, ironiza quando questionado sobre como o esporte vai sobreviver sem ele. “Espero que eles possam encontrar outro vendedor de carros usados para ir em frente - precisamos de um empresário para fazer o que fazemos. Se eu morresse hoje, não faria muita diferença por um bom tempo, talvez nunca, porque temos pessoas competentes aqui que são capazes de continuar e aconselhar alguém que assuma.”

Ecclestone elogia o conselho dos principais proprietários da Fórmula 1, a CVC Capital Partners, que, segundo ele, lhe dão total liberdade e ele espera que o sucessor tenha exatamente a mesma liberdade. “Essa pessoa não precisa ser alguém que está trabalhando na Fórmula 1 ou que conhece a Fórmula 1, ele só precisa ser um empresário, porque um bom empresário pegaria as coisas razoavelmente rápido.”

E é isso aí. A entrevista acabou. O telefone está tocando, os secretários estão tentando falar com ele e, com a nova temporada a apenas semanas de distância, o trabalho do titular dos direitos comerciais da Fórmula 1 continua. Como se fosse necessário lembrar a alguém no esporte, ninguém pára Bernie Ecclestone.

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