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Turquia prende sete por ajudar na fuga de Ghosn

Avião particular partiu de Osaka para Istambul e depois outra aeronave seguiu para o Líbano

Renan Rodrigues
Renan Rodrigues

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Após a polêmica fuga de Carlos Ghosn, ex-CEO da aliança Renault-Nissan, as autoridades turcas prenderam vários suspeitos de ajudar o brasileiro em sua fuga. Antes de chegar ao Líbano, o executivo teria partido até Istambul, onde trocou de aeronave.

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Carlos Ghosn
Carlos GhosnCrédito: Divulgação

As informações foram divulgadas pela agência de notícias DHA. Entre os presos por ajudar na fuga de Ghosn estão quatro pilotos. Além disso, o ministério do Interior turco iniciou investigação para determinar como o executivo conseguiu entrar e sair de Istambul.

Carlos Ghosn pode pegar até 10 anos de prisão

A suspeita é que um jato privado decolou do aeroporto de Kansai e pousou em Ataturk. Esse aeroporto é fechado para voos comerciais, mas usado por jatos particulares.

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Carlos Ghosn
Carlos Ghosn durante lançamento do Captur no BrasilCrédito: Divulgação

França é outra opção

Caso resolva deixar o Líbano, Ghosn poderia ir para a França. Isso graças à tripla cidadania (brasileira, libanesa e francesa). E mesmo no país europeu estaria em segurança.

Carlos Ghosn, CEO do Grupo Renault-Nissan, é preso

Ao menos é o que garante a secretária de Estado francesa da Economia, Agnès Pannier-Runacher.  “Se o senhor Ghosn chegar à França, não o extraditaremos porque a França nunca extradita seus cidadãos”, disse Pannier-Runacher ao canal BFMTV.

E se viesse para o Brasil?

A situação seria a mesma. Por ser brasileiro nato, segundo as leis daqui, o ex-CEO não poderia ser extraditado para o Japão, onde é investigado e estava em prisão domiciliar.

 


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Escrito por Renan Rodrigues

Repórter, WM1

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