Consulta evita problemas na compra do usado

Sete de cada dez carros têm restrições. Quilometragem lidera
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Esse negócio de comprar um carro e depois perceber que foi enganado já não existe mais, pelo menos para quem conhece as novas empresas especializadas que colocam serviços à disposição dos consumidores para fazer consultas imediatas sobre o histórico do carro. Basta colocar a placa do carro e imediatamente o comprador tem todos os dados do veículo.

Desde 2003 a Ckeckauto tem um site disponível ao público, mas ainda poucos compradores utilizam deste serviço que custa R$ 25,00 e pode ser pago com cartão de crédito. Entre 80% e 90% das consultas ainda são feitas por concessionárias, que estão cada vez aderindo a este tipo de serviço quando recebem um carro usado como parte de pagamento de um zero.

Quase todo mundo que for comprar um carro e oferecer o seu veículo como parte de pagamento, terá que apresentar o histórico. É a garantia do comprador. Segundo Mário Cássio Maurício, diretor comercial da Dakra, detentora do Checkauto, "o objetivo é fazer com que o preço negociado seja o mais justo possível".

É possível que na hora de fechar o negócio o carro negociado tenha o seu preço reduzido em função do histórico, mas também ele pode ser valorizado se estiver tudo perfeito. Mário dá um exemplo:

"Se você tiver dois carros do mesmo ano, mesmo modelo, mesma cor, tudo igual. Mas um é de uma senhora que só vai ao supermercado com ele, portanto rodou 12 mil quilômetros, e o outro é de um motorista que anda cinco mil quilômetros por mês. Pela tabela é o mesmo carro, portanto deveria valer a mesma coisa, mas na realidade um vale mais que o outro".

A Checkauto fez um estudo e concluiu que o mercado brasileiro evitou R$ 505,4 milhões de prejuízo em função das consultas feitas somente nesta empresa. Ou seja, muita gente consultou o histórico do carro e não fez a compra porque havia algum problema que não daria para se detectado na hora. Para quem compra um carro, isso é sinônimo de segurança.

O problema mais comum é a adulteração da quilometragem. Mário diz que "das consultas realizadas, 14% têm problema com adulteração de quilometragem". É um número alto e ele exemplifica com um caso de um carro que marcava 76.435 km rodados no dia 27/10/2004 e depois apareceu com 45.900 km em 29/04/2005. Exemplo claro de adulteração, praticamente impossível de se detectar se não for este serviço.

Mário dá outra informação surpreendente: "mais de 70% das consultas realizadas em 2009 apresentaram restrições e 85% das consultas contam com alguma informação que influencia no valor do bem".

O que facilita a utilização deste sistema é que são 31 tipos de informações que são dadas online.


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