Fábricas apostam no trabalho manual e na flexibilidade

Montadoras brasileiras rejeitam robôs
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Redação WM1
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- As montadoras nacionais estão reagindo contra a tendência internacional, cujo uso iniciou-se no começo da década de 80, o uso de robôs nas linhas de montagem.

Fábricas como as japonesas Honda e Toyota e a alemã Volkswagen decidiram diminuir os investimentos em robotização. O mesmo ocorreu com a Peugeot-Citroen, que terá menos de duas dezenas deles em sua unidade no município de Porto Real RJ.

Uma das principais razões da escolha pelo trabalho manual é o custo elevado que os robôs geram; mesmo os mais simples variam de preço entre R$ 50 mil a R$ 100 mil. Além disso, a mão-de-obra brasileira é mais barata que a européia, e a indústria conta com acordos sindicais, que garantem flexibilidade na jornada de trabalho.

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