Blazer DLX 2.8 4x4

Conforto em qualquer terreno


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ITENS TESTADOS 































































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Único utilitário
esportivo de médio porte fabricado no Brasil,
a Blazer tem na versão 4x4 o seu mais forte
apelo: poder ir a qualquer lugar com muito conforto


Ter um utilitário 4x4,
capaz de rodar na cidade, na estrada asfaltada,
na estrada de terra e até onde nem haja
estrada, é o sonho de muita gente. Fazer
isso com conforto, então, só se
for com um sport-utility.


Na esteira dessa 4x4 mania, segue
impávido colosso o segmento dos veículos
utilitários esportivos, essas máquinas
maravilhosas e cheia de equipamentos, que com
sua tração nas quatro rodas e os
mais modernos recursos eletrônicos, literalmente
podem ir a qualquer lugar, sem se distanciar de
todo o conforto que um automóvel pode oferecer.


Bem colocada dentre uma frota
de valentes veículos desse tipo vindos
do Japão, Estados Unidos e Europa, a verde-amarela
Blazer, da GM, abocanha com galhardia boa parte
desse filão.


A versão 4x4 DLX movimentada
pelo eficiente motor turbodiesel MWM de 2.8 litros,
com 132 cavalos de potência, resume bem
o significado de uma semana inteira de trabalho
na cidade, complementado por um revigorante final
de semana no meio do mato.


Oferecendo todos os recursos de
automóvel moderno, dos bancos de couro
com regulagem elétrica de altura, até
quadro de instrumentos com tacômetro e moderno
sistema de tração 4x4 optativa (com
seletor de troca através de botão
no painel), a Blazer 4x4 DLX é confortável
para quatro passageiros bem acomodados (o quinto
fica meio apertado), com bom desempenho no asfalto
ou em caminhos não pavimentados.























Fotos: Luís
Felipe Figueiredo























MECÂNICA CONFIÁVEL



Motor turbodiesel e tração 4x4 com reduzida
são diferenciais do modelo

O motor turbodiesel MWM de 2.8 litros e 132 cavalos
é mais do que suficiente para empurrar a Blazer
morro acima e estrada afora. Mesmo de última
geração, ainda assim esse engenho é
barulhento em marcha lenta, principalmente se o motorista
for compara-lo com um similar a gasolina.


Mas a má impressão logo passa. Basta
sair acelerando e, quanto mais veloz, mais silencioso
ele se torna. Com os vidros fechados, então,
é como se fosse um dócil motor a gasolina.


Mas para dirigir, é preciso estar atento para
uma cultura diferente. Nada de longas aceleradas, nem
a expectativa de altos giros. A força vem logo
nas primeiras 2.500 rotações, disponibilizando
potência de sobra para conduzir divertidamente
já a partir dos 3.000 rpm.


O câmbio manual de cinco marchas é gostoso
de manusear. A alavanca tem boa altura e está
bem posicionada em relação ao braço
direito do motorista. Tão rápido quanto
um câmbio de motor diesel pode suportar, o da
Blazer obedece os engates com precisão. Viajando
lá pelas faixas entre 3.000 e 4.000 rpm a enorme
perua dá até ares de versatilidade. Mas
há que cuidar: é fácil atingir
a velocidade máxima, que beira os 170 km/h, mas
curvar é um pouco mais difícil. Embora
não seja totalmente instável, o incômodo
efeito de inclinação lateral é
bastante presente.


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4X2 OU 4X4: VOCÊ
DECIDE




Tração total optativa é conectada
através de botão no painel


A tração nas quatro rodas confere a qualquer
veículo maior robustez e praticidade, aumentando
consideravelmente a mobilidade em situações
difíceis, ao rodar sobre pisos de baixa aderência
e por terrenos acidentados.


A Blazer DLX 4x4 também é assim. Ao premer
um botão no painel, o motorista pode, em velocidades
de até 80 km/h, conectar a tração
complementar nas rodas dianteiras. O comando da redução
adicional (4x4 Reduzida), é igualmente elétrico,
mas o veículo deve estar preferencialmente parado.
Somente em casos excepcionais a redução
de força pode ser posta em ação
durante o movimento, mas a velocidade não pode
ser maior do que 4,8 km/h, ou não se concretizará
o engate. Dependendo da configuração de
tração num determinado momento, as teclas
referentes a operação 4x4 se acendem,
informando ao motorista se a transmissão está
em engrenagem Normal ou Reduzida. Aí sim, a confortável
Blazer se transforma quase que num valente jipão.


As suspensões, porém, embora bem qualificadas
para rodar sobre pisos lisos, tem curso reduzido para
aventuras off-road mais pesadas. Nessa situação,
é de esperar força de sobra do motor e
câmbio, mas certamente dificuldade de aderência
nas depressões mais acentuadas do caminho (ou
da falta dele). Mesmo porquê, não foi para
este tipo de atividade que ela foi projetada.


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PROTEÇÃO
INFERIOR


Chapa de aço protege contra pedras
no fora de estrada




As Blazers 4x4 recebem, na linha de produção
e como item de série, um elaborado conjunto de
proteção inferior destinado a salvaguardar
a integridade do cárter do motor (elaborado em
chapa de aço), do diferencial dianteiro e da
caixa de transferência, bem como o tanque de combustível
(fabricados em duralumínio).


A grande distância do solo, na condição
de veículo vazio e tanque cheio (205 mm), não
precisou ser alterada em relação às
Blazers 4x2 existentes. A Blazer na versão 4x4
teve seu peso bruto total aumentado de 2.500 kg para
2.650, enquanto seu peso em ordem de marcha subiu de
1.820 kg para 1.900 kg.


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BEM EQUIPADA

Itens de série são eficientes,
mas opcionais encarecem muito o veículo




A versão DLX 4x4 da Blazer oferece, de série,
um razoável pacote de equipamentos, como vidros
elétricos, espelhos retrovisores elétricos,
travas elétricas, direção hidráulica,
freios ABS, ar-condicionado, rodas de alumínio,
bagageiro com barras longitudinais e transversais e
alarme com ultra-som. Além disso, possui acionamento
por rádio freqüência dos sistemas
central de travas elétricas das portas e do alarme
anti-furto ("Keyless Entry System").


Bancos revestidos em couro, com regulagem elétrica
de altura, rádio AM/FM com CD Player são
itens opcionais e aumentam o preço do veículo
em aproximadamente R$ 4,5 mil.



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LÍDER
DE MERCADO


Única brasileira no segmento dos
sport-utility, Blazer lidera ranking




Os utilitários esportivos Chevrolet Blazer foram
lançados no mercado nacional em outubro de 1995
e se tornou líder neste segmento desde então.
A linha é composta pelos modelos: Blazer 2.4
a gasolina, Blazer Executive 4.3 V6 com transmissão
automática, Blazer DLX 2.8 4X4 a diesel, além
da edição limitada Blazer DTi 2.8 4x2
a diesel.


A Blazer disputa a preferência do consumidor
com outros modelos similares de grande prestígio
no mercado internacional, todos eles importados: Mitsubishi
Pajero, Jeep Grand Cherokee, Nissan Pathfinder e Toyota
Hilux SW4 e Land Rover Discovery são seus maiores
adversários.


A linha Blazer chegou ao mercado inicialmente com as
versões Blazer e Blazer DLX, equipadas com motor
de 2,2 litros a gasolina. Sete meses depois, em maio
de 1996, o modelo ganhou o motor 4,3 litros V6, na versão
DLX. No mês de agosto de 1996, a transmissão
automática passou a ser disponível como
opcional para a versão DLX. Em novembro do mesmo
ano chegou ao mercado, para as versões Blazer
e Blazer DLX, a opção de motor 2,5 litros
turbodiesel. Em março de 1997, a Chevrolet lançou
a versão Executive da Blazer com transmissões
manual e automática, com luxo e acabamento interno
do mesmo nível dos veículos importados
da categoria.


A versão DLX 4x4 turbodiesel marcou o lançamento
da mais recente evolução da Blazer, ampliando
o leque de opções disponíveis nessa

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