Após sete anos de ausência, o Salão do Automóvel de São Paulo volta a ocupar o Distrito Anhembi entre os dias 22 e 30 de novembro, prometendo resgatar todo o glamour que o evento sempre proporcionou aos apaixonados por carros. No entanto, nesta retomada, muitas marcas importantes na história automotiva brasileira estarão de fora, infelizmente.
Entre as ausências mais sentidas estão Volkswagen, Chevrolet, Ford, Nissan, Audi, BMW, Mercedes-Benz, Jaguar e Land Rover, além de outras marcas premium como Porsche e Volvo. Essas empresas, que historicamente montavam estandes espetaculares e atraiam os olhares dos mais aficionados pelo mundo das quatro rodas, optaram por estratégias diferentes para 2025, priorizando eventos próprios e ações regionais com foco direto no consumidor.
O comportamento deste grupo realmente relevante reflete uma tendência que já vinha se observando mesmo antes do hiato de sete anos. Algumas marcas, por exemplo, já estavam selecionando os salões que estariam presentes. Ao mesmo tempo, entenderam que, dentro de suas estratégias, fazer eventos próprios, mais em conta e imersivos, pode trazer resultados muitos mais efetivos e eficientes.
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Apesar das baixas, o Salão não ficará vazio. Muito pelo contrário. Mais de 25 marcas confirmaram presença, incluindo os grupos Stellantis (Fiat, Jeep, Ram, Peugeot, Citroën e Leapmotor), além de Honda, Hyundai, Toyota, Renault, Kia e Mitsubishi.
O destaque será a força das montadoras chinesas, como BYD, GWM, Caoa Chery, Omoda Jaecoo, MG Motor, Geely e até a estreante Caoa Changan. No entanto, é importante destacar também que algumas chinesas recém-chegadas ao mercado brasileiro optaram por ficar de fora, casos da Zeekr e da Jetour.
Para os fãs de supermáquinas, haverá uma área especial chamada Dream Lounge, com modelos icônicos de Ferrari, Bugatti, McLaren e Aston Martin. A expectativa da organização é receber cerca de 700 mil visitantes ao longo dos nove dias de evento.
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